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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

do sentido do vento e dos símbolos

06.11.12

 

 

Não tem sido fácil a condição de português e de professor, mas tem de haver mais vida. Gosto de ensinar e de praticar desporto e não escapo à mediatização do desporto profissional. Tento ser um consumidor-quanto-baste. Tenho-me divertido muito pouco com o meu Sporting que mais parece um espelho do país. Tenho sempre o refúgio da NBA, a minha liga favorita, e acompanho os inigualáveis Lakers. Mas nem esses: começaram a época com zero vitórias e treze derrotas (leram bem).

 

Mas na madrugado de anteontem os ventos mudaram. Os Lakers conseguiram a primeira vitória e de forma concludente e muito promissora.

 

Espero que hoje Obama vença, que a democracia ganhe uma nova embalagem e que Portugal e o sistema escolar encontrem algures um momento de viragem. Noto algum nervosismo nos tea party deste mundo, e por cá também, e isso não deve ser desprezível. A vida e os símbolos também dependem do sentido do vento.

coisas boas também obrigam a pensar

06.11.12

 

 

 

 

Pode ler aqui a reportagem que acompanha o vídeo. É interessante comparar os excelentes percursos da Filipa Prudêncio como estudante e como surfista e pensar no modelo de sociedade em que vivemos.

 

Sem querer detalhar muito resumo assim: esteve em Setembro de 2012 em S. Petersburgo a representar o Instituto de Telecomunicações do Instituto Superior Técnico, onde faz um doutoramento em electromagnetismo, e as dificuldades financeiras deixaram à última hora o financiamento à sua responsabilidade; esteve duas semanas em Agosto de 2012 nas Maldivas, onde o vídeo foi produzido, e o financiamento foi integralmente cumprido pelos patrocinadores. É bom que se sublinhe que leva 20 anos de estudo aturado, diário, com excelentes resultados e sem qualquer mediatização e que a prática do surf se iniciou aos 18 anos, apesar de ter sido sempre uma jovem com talento desportivo, e tem uma abundante e justa divulgação.

 

imperdível no ccc a 10 de novembro pelas 21h30

06.11.12

 

 

 

 

A excelente Big Band da Nazaré vai gravar ao vivo no CCC das Caldas da Rainha no dia 10 de Novembro às 21h30.

 

 

 

"Depois de um percurso de 13 anos, esta formação vai enfrentar o grande desafio de gravar um CD ao Vivo!

Por isso, este será um concerto muito especial, também porque contará com alguns convidados que de alguma forma já colaboraram com a formação.

Esta Big-Band fez Concertos em Portugal, Espanha, Bélgica e Alemanha, destacando-se a participação no Festival de Jazz de Ponte-Vedra, Festival de Música de Medina del Campo, Jazz às Quintas no CCB, Festival de Jazz da Alta Estremadura, Festival de Jazz de Aljustrel, Festival de Jazz de Portalegre, Festa do Jazz no Teatro S. Luís, nos Encontros de Jazz de Évora (com Carlos Martins como convidado), no Festival de Tomar, Palco 1º de Maio da Festa do Avante, no Hot Club de Portugal, Bflat em Matosinhos, no Festival “A Arte da Big Band”, Lisboa e no Portugal Jazz em diversas localidades.

O lançamento do primeiro CD decorreu na apresentação feita no 2º Festival Internacional de Big Band’s realizado em Julho de 2003 na Nazaré, tendo como convidada a cantora Joana Rios e em 2005 no 4º Festival, um concerto com a cantora Jacinta.

O segundo CD, “Filme”, editado em 2006, e o terceiro “10 Anos”, editado em 2009, são a mostra da evolução musical desta formação e têm recebido os melhores elogios da crítica especializada, tendo sido discos em destaque em alguns programas de rádio e revistas dedicadas ao jazz."

 

 

 

 

das cópias e do excesso de dualismo

06.11.12

 

 

 

Até já cansa repetir que se devem comparar sistemas escolares, mas sem recorrer à cópia.

 

Temos mudado de "modelo a perseguir" com uma velocidade impressionante. Nos últimos anos, as redes sociais e boa parte da comunicação social têm feito eco da excelência do modelo finlandês. Será muito fácil e acertado alguém advogar a não cópia tendo em conta as diferenças idiossincráticas entre Portugal e a Finlândia. Aliás, são os mesmos argumentos que devem ser usados para, no mínimo, recomendar prudência às cópias em curso do modelo alemão.