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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

do 20 ao 42

10.10.12

 

 

 

 

 

Luhmann considerava que “(...)esta redefinição de termos e relações implica uma viragem radical relativamente ao pensamento político europeu dominante e tem, como última consequência, o abandono definitivo do modelo organicista – de uma relação parte-todo, em que a posição central estava sempre reservada ao indivíduo.(...).

 

Na sua opinião, o homem perde a posição de centralidade no organismo social e é remetido para o exterior, passando a fazer parte do meio ambiente do sistema. Torna-se uma causa para o aparecimento de problemas constantes e de complexidades crescentes.

 

 

 

Luhmann, N. (2001:14).

A improbabilidade da comunicação.

Lisboa. Vega, Passagens.

sempre

10.10.12

 

 

 

 

 

Quando lemos notícias como as que se seguem, lembramo-nos sempre que a comédia toca-se demasiadas vezes com a tragédia.

 

 

Governo está numa luta "sem tréguas" para cortar na despesa, diz Miguel Relvas

 

"O ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, afirmou hoje que o Governo está “numa luta sem tréguas” de combate à despesa até segunda-feira, data da entrega do Orçamento, para que a redução do défice pelo lado da receita seja a menor possível."

 

Angelo Correia: "Há um limite para o sofrimento e já o ultrapassamos"

 

"Ângelo Correia diz que fez as contas e que "durante sete meses trabalha para o ministro das Finanças" e não para a "família"."

no escuro

10.10.12

 

 

 

 

 

 

 

 

Se a responsabilidade é a pedra-de-toque de uma boa administração pública, é fundamental que se respeite a asserção: a autonomia não se decreta; exerce-se. É, contudo, oportuno lembrar a questão de Luhmann que nos interroga sobre os motivos que levariam um indivíduo a ser honesto no escuro. 

 

Luhmann, N. (1989).

La moral social y su reflexión etica.

Barcelona: Antropos



1ª edição em 28 de Novembro de 2012

um bocado chocante

10.10.12

 

 

 

 

Não está fácil divertir-me com o futebol do meu Sporting e já ando com saudades da NBA. A inigualável liga norte-americana de basquetebol teve uns problemas financeiras. A crise é mundial e nem um espectáculo de milhões escrutinados escapa à voragem dos tempos.

 

O meu choque centra-se na Europa de que fazemos parte. No meio de tanta banca depauperada (em Portugal, a dívida pública sobe astronomicamente para financiar o desvario bancário), donde virão os milhões que se movimentam incessantemente no mundo do futebol?