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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

pela noite dentro?

05.03.12

 

 

 

 

A última vez que a mesa de negociação entre o Governo e os sindicatos da Educação se reuniu pela noite dentro resultou num acordo que se revelou negativo para o poder democrático da escola e proveitoso para a restauração que nasceu na Itália e que a imagem lustra.

 

O MEC convocou uma ronda negocial para esta noite que tem a seguinte opinião da FNE: "(...)Em cima da mesa estarão, segundo João Dias da Silva, secretário-geral a FNE, (...)“alguns aspectos” que continuam a suscitar a rejeição desta organização, nomeadamente “a posição preferencial” que é atribuída aos professores que trabalham em escolas particulares com contratos de associação. Esta nova proposta já contempla “várias questões” no sentido de se garantir “maior transparência e equidade” nos concursos de professores. “Existem claramente alterações muito significativas em relação a procedimentos do passado”, acrescenta. Exemplo disso é a proposta com vista a “reforçar-se, muito significativamente, a importância da graduação profissional” nos concursos para professores contratados, continua.(...)"

roda quadrada?

05.03.12

 

 

 

 

 

É a enésima evidência, mas a roda dos interesses e da privatização de lucros será sempre reinventada como se não existisse ontem e muito menos amanhã.

 

Parcerias com privados na saúde violaram "boa gestão pública"

 

Auditoria das inspecções de Finanças e Saúde revela que o Estado não salvaguardou os seus interesses nos contratos dos novos hospitais. Programa foi suspenso por imposição da troika.

inversões

05.03.12

 

 

 

"Quem decide nas finanças tem o poder efectivo das organizações", era deste modo que se hierarquizava o poder real nas organizações no tempo anterior à sociedade da informação e do conhecimento.

 

Com o advento do tratamento da informação, os seus "especialistas", que muitas vezes eram os únicos que tinham dado os primeiros passos nas tecnologias da informação e da comunicação, passaram a ter um domínio tão poderoso como o financeiro. O poder real passou a ser conferido a quem "decidia" nos dois domínios.

 

Por absurdo que possa parecer, existem organizações que estão quase no grau zero do tratamento da informação e em que os antigos "chefes do economato" ganham uma preponderância impensável que inverte a hierarquia de responsabilidades e o propósito das instituições.

 

Dá ideia que o nosso Governo vive um problema semelhante, que torna incompreensível o esvaziamento de funções do ministro da economia na gestão dos fundos comunitários.