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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

belisquemo-nos

17.02.12

 

 

Passei pelos órgaõs de comunicação social online e registei sintomas de uma sociedade doente.

 

Sócrates pediu ajuda externa depois de discutir com Soares

 

"Antigo Presidente da República revelou ontem que José Sócrates não queria pedir ajuda externa e que só o terá feito depois de uma "gravíssima discussão" entre ambos."

 

Conclusão óbvia: um país à deriva e pagarão os "mesmos" de sempre.

 

Passos Coelho prepara o país para o "dia seguinte"

 

"O primeiro-ministro revelou que a agilização da mobilidade na Função Pública e novas regras para as nomeações nas empresas públicas são os próximos passos."


Repare-se nas preocupações deste governante. Nem uma palavra sobre as PPP´s, por exemplo. Há década e meia, pelo menos, que os governos começam por nomear para as empresas públicas e para os serviços do Estado e a seguir legislam para dignificarem o processo; uns espertos. Vem o governo seguinte e repete a prática e o discurso. Há pelo menos 20 anos que as ditas nomeações são finalmente, e repetidamente, "moralizadas". Estranho ou talvez não.

 

Inquilinos de Lisboa querem falar com a troika

 

Quem é governado, há anos, por pessoas que se conclui que estavam impreparadas porque não tinham maturidade social nem muito sentido de estado, começa a desesperar e a fazer tristes figuras; mesmo que compreensíveis.

 

Presidente alemão apresenta demissão

 

O senhor parece que exagerou com umas hipotecas num processo tipo bpénezinho. Um duplo sinal: em Portugal é impossível, e é pena, pois ficaríamos com dificuldade em ter quem governasse; a Alemanha parece querer repetir o período que antecedeu a segunda guerra. A ganância dos humanos é demasiado repetível.

da escalada do desemprego

17.02.12

 

 

Um governo que, por afunilamento ideológico, se afirma para além da troika, deve, no mínimo, fazer um exame de consciência perante a escalada dos números do desemprego. Depois da análise minuciosa deve tirar conclusões. A ausência de consciência moral é do domínio do impensado e espera-se que uma réstia de sentido de Estado elimine os dogmatismos e atenue os bpénismos.

 

Lembrei-me deste post de 16 de Julho de 2011 "(...)Na primeira ida de Pedro Passos Coelho a Bruxelas, a mensagem portuguesa foi clara: não somos a Grécia. Não gostei; menos ainda do aplauso nacional.(...)" e espero que o futuro não nos venha a ser ainda mais ingrato.

é intolerável

17.02.12

 

 

É intolerável que se faça tábua rasa de todos os direitos contratuais dos funcionários públicos e que os contratos das PPP´s continuem intocáveis. É apenas um exemplo entre muitos. Os escritórios de advogados que blindaram os contratos das desastrosas parcerias dominam o estado qualquer que seja o governo. São naturais os sinais de revolta e de impaciência. Os funcionários públicos passaram por diversos concursos públicos para integrarem as carreiras profissionais e não merecem este clima de desesperança. Não há país que resista a tanta garotada.