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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Inquietos

11.12.11

 

 

 

 

Restless é o título original do último filme de Gus Van Sant. O argumento de Jason Lee é sublime e transporta-nos para a efemeridade da existência percorrida entre o amor e a dor. Dois jovens e excelentes actores, uma rapariga e um rapaz, preenchem a trama com ligações subtis e inteligentes a momentos marcantes da sociedade americana. A pesada consciência moral derivada dos trágicos acontecimentos em Hiroshima e as incompreensões decorrentes do Darwinismo elevam-nos a uma angústia que se prolonga para as horas que se seguem ao filme; como convém. A banda sonora foi uma escolha feliz. Uma obra maior que merece ser vista. Pode saber mais aqui.

 

A sinopse do Público diz assim:

 

"Enoch Brae (Henry Hopper) é um rapaz deprimido que, desde a morte trágica dos pais, vive com a tia, com quem tem uma relação muito próxima. Desde que os pais partiram, numa tentativa de lidar com o seu próprio sofrimento, o rapaz passou a conversar com o fantasma de Hiroshi, um kamikaze japonês falecido na II Guerra, e ganhou o estranho hábito de ir a funerais de desconhecidos. Num desses funerais, conhece Annabel (Mia Wasikowska), uma rapariga alegre que sofre de um tumor no cérebro e que tem apenas mais três meses de vida. Contra todas as expectativas, os dois apaixonam-se profundamente. E enquanto ela está determinada a viver aqueles últimos meses em plena felicidade, ele vive a angústia constante de perder quem ama uma vez mais.
Uma história dramática sobre o amor e a morte realizada por Gus Van Sant ("O Bom Rebelde", "Paranoid Park", "Milk"), seguindo um argumento de Jason Lew."

 

trapalhadas e outras coisas mais

11.12.11

 

 

O modelo de gestão escolar é o que se sabe e proporciona parcialidades várias, atropelos da legislação, disciplinas de voto e por aí fora. O concurso seguido de eleição na escolha do director é um inedetismo na legislação conhecida neste mundo e a composição do órgão que desenvolve o processo, o Conselho Geral, acentua a possibilidade de ocorrerem trapalhadas.

Miranda do Corvo: Eleição do diretor do agrupamento de escolas acaba em tribunal

pós-cimeira

11.12.11

 

 

 

 

 

A Europa entrou num estranho impasse e ninguém sabe o que vai acontecer na segunda-feira e muito menos em Janeiro quando a Itália colocar nos mercados dezenas de milhares de milhões euros de dívida. A única coisa que parece certa, pelo menos por agora, é que as duas velocidades já estão assumidas.

 

Eleva-se o lugar dos que desenham a contagem decrescente para o fim do euro. Queremos acreditar que o fim da moeda europeia não é desejado pelos responsáveis políticos do velho continente, embora a história já nos tenha mostrado que a sensatez é eliminada com frequência da inteligência humana. A soberba é um sentimento dilacerante e destruidor da construção e da paz. Há povos que têm embarcado em movimentos totalitários e trágicos e há vários motivos para se temer o pior no caso do euro fracassar.