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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

100 são suficientes

02.12.11

 

 

 

 

 

Até aqui, quaisquer 1000 euros garantiam um favorzinho no euroviete supremo. Com a crise financeira que atinje todos os cidadãos europeus, serão necessários 100 euros e muita habilidade na economia paralela para subornar um deputado europeu.

Eurodeputados proibidos de aceitar subornos 

"A partir de agora, os eurodeputados estão proibidos de aceitar subornos ou presentes no valor superior a 150 euros.(...)"

 

mais lidas

02.12.11

 

 

 

 

 

O ranking das notícias mais lidas no Público online diz-nos que o mercado das audiências deve baralhar os órgãos de comunicação social; ou talvez não. Habituam-se e depois é apenas mais ou menos adrenalina.

O inferno dos números em que há muito escolhemos viver tem picos e não raramente desgraças.

Repare-se na grau de curiosidade dos leitores: assuntos como a crise financeira, a queda do euro ou a política europeia não aparecem nos dez primeiros lugares.

Se uma universidade apresentar uma ideia relevante é decerto triturada nas audiências por uma caso de corrupção que terá acontecido noutra que foi extinta há anos. 

Como interpretar a curiosidade com o aviso telefónico no despedimento de professores? Será aquela coisa do alimento-do-lumpen em que Lurdes Rodrigeus e Sócrates eram especialistas?

Dá ideia que o feitiço fez das suas, mas na versão brandos costumes. Pelo menos para já.

 

virar à esquerda para equilibrar?

02.12.11

 

 

Há a sensação que as próximas eleições na Alemanha e na França registarão uma viragem à esquerda. Já são muitos os que dizem que é fundamental quebrar o núcleo que tem governado a Europa nesta década e que incluiu os chefes de governo do eixo franco-alemão, os "donos" do BCE e os sétima-voz que se sentam na comissão europeia. Sabemos como governou a esquerda-terceira-via, mas qual é o caminho que nos resta antes da revolução reclamada pelos que temem, e com razão histórica, a deflacção? Esperamos é que a esquerda do poder tenha aprendido qualquer coisa.

 

França e Alemanha "querem um novo tratado europeu"