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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

tro(i)ca

21.11.11

 

 

A península ibérica trocou as ligações à face oculta pelas do BPN, com todo o respeito por quem desempenhou cargos nos dois contendores-suaves com espírito de serviço público. Temos de acreditar que há pessoas honestas.

 

A direita espanhola obteve a mais ampla maioria da história. Os "mercados" não se comoveram e os juros subiram e as bolsas desceram. As tro(i)cas não parecem suficientes. Às tantas, a causa está no vizinho ibérico onde um lusitano da mesma família política segue impunemente pelo natal adentro. A única coisa certa é que haverá fiesta em Espanha.

 

Três milhões de euros para iluminações e fogo-de-artifício na Madeira

vou percebendo

21.11.11

 

 

Os exemplos de Mario Monti (primeiro ministro italiano), Lucas Papademos (primeiro ministro grego) e de alguma forma de Vitor Gaspar em Portugal ajudam a clarificar alguns conceitos. O termo tecnocrata (de tecnocracia, governo de técnicos) vai sendo substituído pelo tecnopolítico (político que é um técnico) e explica a capacidade dos segundos tomarem o poder sem se sujeitarem ao sufrágio directo e universal. São técnicos com habilidade política.

 

Lembrei-me disso ao ouvir as declarações elogiosas, dedicação e excelência, por exemplo, que Vitor Gaspar fez hoje aos funcionários públicos em pleno parlamento. Serão classificações convictas ou estará em causa a greve geral de 24 de Novembro?

 

Vítor Gaspar: “Todos os caminhos possíveis são estreitos e difíceis”

grau menos quantos?

21.11.11

 

 

Sei pouco sobre a hierarquia monárquica. Tenho ideia que o dux era um comandante militar no império romano e que deu origem ao nosso duque atribuído aos filhos do rei. E já se sabe: os rebentos do monarca nem sempre tinham méritos e não raramente a coisa acabava em desastre. Apenas convivi com duques em jogos de cartas onde eram os valores mais desconsiderados na estratégia.

 

O mediatizado ecomonista João Duque associou as realidades históricas descritas. Depois dumas boas fatias de tempo a zurzir na competência e adequação dos políticos lusitanos do alto duma suposta e imaculada sapiência, recebeu da nova maioria a incumbência de relatar sobre a RTP. Um economista fora de água, foi o que me pareceu e se confirmou. Não esperava é tanto desmiolo. Sobre um dos canais, o internacional, escreveu que a informação deve ser "filtrada" e "trabalhada" e que governo se "quiser manipular mais ou manipular menos, opinar, modificar, é da sua inteira responsabilidade porque estamos convencidos que o faz a bem da Nação porque foi sufragado e eleito para isso".