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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

guerra aberta?

17.11.11

 

O banqueiro do BPI, Fernando Ulrich, insurge-se contra os não-eleitos. Fez mais declarações inesperadas. Parece que a exigência de cortes salariais nos privados está a gerar incompreensões.

Ulrich critica troika e elogia Governo

Presidente do BPI diz que não está para ouvir funcionários de 5ª, 6ª, 7ª ou 8ª linha dizer o que devemos ou não fazer. "Ainda por cima não foram eleitos". "Prefiro ouvir o primeiro-ministro".

nem sei como classificar

17.11.11

 

 

 

Escrever sobre a euros-epifania-parque-escolar é doloroso. A rede escolar, e o seu edificado, está tão babilónica como a divisão administrativa do país.

 

Os bloggers foram incompreendidos nas críticas avisadas que produziram. É bom ter alguma memória. Este texto, que também publiquei na imprensa, quase que exigiu uns seguranças e desculpem a exorbitância. O parágrafo "(...)Quando eclodiu a crise financeira, o PS foi apanhado de forma flagrante do lado predador. (...)Passou-se para um suposto lado contrário da agenda gananciosa com mais uma epifania pato-bravista e de reanimação económica de imobiliários aflitos: a parque escolar. (...)" confirma a sua pertinência; e tanto que se pode escrever sobre o assunto.

 

A exemplo das PPP´s, tornava-se evidente que a fuga para a frente em plena hecatombe financeira pagar-se-ia com juros incomportáveis, para além da falta de mais elementar solidariedade geracional.

 

Por outro lado, e numa fase em que na gestão das organizações se fazem esforços no sentido do downsizing de modo a desengordurar os modelos e a garantir a participação das bases nos momentos de decisão e de inovação, a diminuição das escalas é consensual para humanizar as escolas e a rede escolarNão surpreende que Nuno Crato arrase a parque escolar em pleno parlamento.

 

 

revolucionário?

17.11.11

 

 

António Borges demitiu-se do cargo de director do FMI para a Europa por razões pessoais. Não são descritos os motivos e, naturalmente, deseja-se que não sejam situações pessoais graves.

 

Como alguém disse por email, a propósito de ter escrito que Vitor Constâncio poderia ser o nosso Mário Monti, também se pode especular com o nome de António Borges.

 

Ontem à noite tinha a televisão fora do alcance visual e ligada num debate que envolvia Pina Moura e Braga de Macedo. Quando fui ver um bocado, Braga de Macedo falava com o seguinte rodapé com uma afirmação sua: mudar o mandato do BCE seria revolucionário. Onde já vai o adjectivo. Mais à frente, quando justificava a não eleição de Mário Monti como um facto pouco relevante, considerou caricata a alusão à Goldman Sachs e "en passant" (que também significa um movimento especial de captura do Peão no jogo de xadrez) referiu a amizade do italiano com António Borges. Foi a despropósito e mais pareceu um acto falhado. Passos Coelho que se cuide.