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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

portugal no euro

15.11.11

 

 

Interessante. Estava com algum receio de a qualquer momento ser informado que tínhamos sido excluídos da moeda única. A notícia diz que foi em detrimento da Bósnia, porque temos um défice seis vezes superior ao dobro do apresentado pelos bósnios. O jornalista apurou que os números bósnios foram irregulares e só possíveis pela manobra parcial de um juíz alemão. Fica a ideia que se os bósnios apresentassem o célebre défice zero eram excluídos da própria Europa dos "mercados" por maus hábitos de consumo.

desmagnetizada

15.11.11

 

 

 

 

 

O governo perdeu o norte económico e a situação agrava-se a cada dia. A lição que traziam indicava austeridade forte e não contemplativa, embora já se comecem a evidenciar sinais de que o "rigor" era só para alguns. A tese do bom aluno permitiu uma polémica demarcação da situação grega. E já se sabe: quem não é solidário, mais cedo do que tarde recebe um qualquer retorno.

 

A recessão económica evidenciada nos últimos dias instalou a hesitação e os cortes nos subsídios oscilaram. Os porta-vozes de serviço pagaram o género de tributo e, como quase sempre, vestiram o ridículo obrigatório e anunciaram o princípio do fim de não sei o quê. Sejamos claros: o europa-do-centro-norte quer bons alunos, mas com economias que cresçam; e mais: estão com muita pressa, porque o capitalismo selvagem eliminou o silêncio, a reflexão, a poesia e quiçá a inteligência.

sinais

15.11.11

 

 

Os tais "mercados" não se comovem com a imposição de chefes de governo "técnicos".

Primeiros-ministros "técnicos" não convencem investidores

"Os spreads da dívida dispararam para cinco países da zona euro na segunda-feira. O efeito Mário Monti durou três horas no mercado. Risco de incumprimento subiu nos "periféricos" e em França, Áustria e Bélgica. Bolsas europeias e Wall Street no negativo. (...)"


E afinal a Alemanha sempre esteve presente na ideia de uma Europa a duas velocidades.

"Proposta deverá fazer parte da revisão dos tratados europeus. Em discurso de viragem, Merkel admite mais integração política com quem ficar no euro e pede à política alemã “mais Europa. (...)"