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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

ajuste deflacionário falhará

09.11.11

 

 

 

 

Paul Kugman, aqui, é premonitório: se a política europeia insistir, com o Banco Central Europeu como instrumento, neste registo daflacionário, o euro falhará. Não será com estrondo, mas um fenómeno mais paulatino.

 

Tenho ideia que o economista João Ferreira do Amaral anda a dizer isto há muito e que os seus colegas olhavam-no com desdém. Chegou a dizer, mas não tenho a certeza e não me apetece ir à procura, que talvez fosse melhor sairmos do euro a tempo. Estava isolado. O próprio Paul Kugman tem feito alertas semelhantes. A ideologia que está capturada pelo capitalismo selvagem está interessada num qualquer abismo ou é apenas idiota?

não esqueçamos...

09.11.11

 

 

... que mesmo que as tonalidades ideológicas dos contendores no conflito israelo-iraniano mudem, o resultado é imutável.

 

Assiste-se a outra pico da violência. Resta a esperança de que a loucura tenha limite. Impressionou-me a conversa não pública (onde já vai o escrutínio) entre Obama e Sarkozy: o segundo chamou mentiroso ao líder israelita e o primeiro disse que o aturava diariamente. Com tanta instabilidade, é perigoso deixar dois ensandecidos, o israelita e o iraniano, em roda livre e excedentários em armamento.

o desígnio de crato é cortar

09.11.11

 

 

 

Pode ler aqui a crónica de Santana Castilho da edição impressa do Público de hoje. A certa altura diz assim:

 

"(...) Vejamos agora a manipulação da realidade, também com dois, de vários exemplos possíveis:
1. Nuno Crato deixa cair, com ar dramático: «Quase metade (46,7 por cento) do pessoal da administração central está no Ministério da Educação. É um valor extraordinário. Isso significa que as reduções têm de ser, em grande parte, em pessoal e que têm de se reflectir na educação.» Mas não justifica seja o que for. A Educação tem cerca de dois milhões de utentes directos. Como se comparam estes números com os outros serviços públicos? Como se comparam estes números com dados internacionais? Como se enquadram estes números no que ele, como definidor das politicas educativas, quer do sistema? Sobre isso disse nada. (...)"