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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

haverá quem saiba?

08.10.11

 

 

Só agora reparei neste comentário que não tem relação com o post onde entrou, mas que aborda a questão do BPN. Há quem saiba, decerto que há, o que se passou nesse banco e no BPP, e também no BCP, e que são as causas maiores da nossa bancarrota. Por mais cortes que se façam, por mais impostos que se subam, as crateras de financiamento criadas nessas instituições devem ser de tal ordem que não passamos do pagamento dos juros cobrados sobre os juros dos empréstimos e com zero de amortização.

 

A ideia que fica é que há um envolvimento que compromete as chefias do estado e o respectivo poder político. É redutor falar em teoria da conspiração; esse argumento gastou-se com tanta evidência. Até quando é que se pode manter esta situação é a pergunta a que ninguém quer, ou sabe, responder. Entretanto, as fugas de informação parecem surgir ao ritmo de um jogo em que agora ameaças tu e a seguir ameaço eu.

 

Há suspeitas que material furtado da PJ tinha dados sobre BPN e BPP


ao rubro

08.10.11

 

 

 

Nos tempos mais próximos, o mercado das escolas vai ficar ao rubro. Com as medidas de reorganização curricular que se anunciam, a carga horária dos alunos vai diminuir e o número de professores com horário zero vai subir. Quando há tempos um jornal local fez o favor de publicar este meu texto (que estava num formato de blogue e em que só o calor da primavera me fez regressar à imprensa regional), senti-me uma voz isolada, pelo menos no concelho onde vivo, na defesa da transparência na gestão do erário público do sistema escolar.

 

É claro que a publicação do "Golpe" proporciona incómodos à vidinha (a minha incluída). Está mais do que provado. Há muito que sei que é assim e até me divirto o suficiente. Sei que há mais quem partilhe da opinião do "Golpe", mas parecem amordaçados pelas suas circunstâncias. É que não basta dizê-lo nas conversas de corredor ou de café ou sequer afirmar que o registo crítico tem de ser mais não sei o quê. O que existe é suficientemente grave para não se ficar à espera que o céu desabe sobre as cabeças.