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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

da doença dos escolhidos

26.09.11

 

 

 

 

 

Depois da primeira reunião de Maria de Lurdes Rodrigues com os Conselhos Executivos, telefonei a quem tinha sido eleito para me substituir e disse-lhe mais os menos isto: estas pessoas não gostam dos professores e das salas de aula e vão diabolizar os horários docentes. A impressão sustentou-se nas palavras da ex-ministra e na vibração de quem a acompanhava.

 

E assim foi. As actvidades escolares dos professores foram paulatinamente preenchidas pelos procedimentos eduqueses e de má burocracia que medravam há anos. Encheu-se o universo docente de inutilidades várias para satisfazer o lumpen.

 

O resultado é o que se sabe. Até os professores que gostam de leccionar chegam à sala de aula exaustos de inutilidades e só pensam no dia da fuga.

em bruto

26.09.11

 

 

Quando se enunciam os salários das classes profissionais, há, pelo menos, dois modos de o fazer: o ilíquido e o líquido. A conveniência faz a escolha. O anterior governo especializou-se no spin que atingia os professores como classe e os resultados foram o que se sabe. Os salários dos professores portugueses foram usados para fins eleitorais e para permitirem políticas restritivas noutras áreas; já foi confessado.

 

Quando se lançam números brutos de faltas, podemos sempre questionar o que move as fontes de informação. Por detrás de um atestado médico podem existir dois motivos: a doença ou um sinal de desistência profissional. Era isso que deveria preocupar mesmo a sociedade portuguesa em relação às faltas dos seus professores. O sistema escolar está doente e os que o conhecem sabem bem que é assim.

 

Mais de 70 mil atestados médicos foram passados, em quatro meses, a professores. Mais de 400 baixas foram passadas por uma médica que estava de licença prolongada.

 

sinais positivos?

26.09.11

 

 

Durão Barroso é da opinião que ninguém vai sair do euro e que a europa é uma potência emergente. Para o presidente da Comissão Europeia a união estará mais forte daqui a dez anos.

 

Percebo sinais positivos nos discursos europeus das últimas horas. Há quem diga que estão apenas a tratar da imagem. Se bem que isso seja importante no mundo em que vivemos, não é preciso invocar um qualquer guru da gestão para lembrar que uma boa imagem só prevalece se tiver correspondência num bom desempenho organizacional, na capacidade de antecipação e de inovação e na afirmação da liderança.

 

Se há potência emergente no mundo “essa potência é a Europa”, diz Barroso