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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

estão a ver?

23.09.11

 

 

 

 

Não tinha escrito que, nesta saga dos concursos, mais dia menos dia a culpa seria dos professores? Aí está: 

Directores e ministério entenderam-se sobre colocação de professores

 

O MEC e as suas ramificações montaram, ao longo de anos, uma traquitana pesadíssima que impede a inteligibilidade das decisões e a civilidade na convivência das pessoas com os procedimentos. Para além disso, inunda o sistema de informação com normativos de má qualidade. Professores mal colocados, e com danos irreparáveis, são aos milhares e há anos; a maioria talvez nem suspeite. Mas a burocracia Kafkiana é mesmo assim e os processos não têm metamorfose à vista. Apontar a culpa a milhares de utilizadores de um sistema de informação é basismo indesculpável.

 

O que se vê é que a mudança de ocupantes das cadeiras do MEC é apenas rotina (se bem que de 2005 a 2009 a coisa afundou-se mesmo). São rapidamente submergidos e nivelam o discurso pela explicação de casos sem irem ao fundo do problema. É um assunto da família do buraco da Madeira e mais uma explicação para a pré-bancarrota.

 

 

desnorte absoluto

23.09.11

 

 

Medina Carreira é um político arrasador para o poder político das últimas décadas. As suas opiniões são desconcertantes e consideradas catastrofistas. Concorde-se ou não com o que diz, é justo salientar que Medina Carreira tem mantido um registo coerente. Perante o caso Madeira, e de forma surpreendente ou não, mete os pés pelas mãos.

 

Continua a dizer verdades, quando afirma que o "estado" está a ser delapidado diariamente.

 

Medina Carreira: governantes dos últimos dez anos deveriam ser julgados

 

"(...) Segundo Medina Carreira “antes da Madeira, houve várias Madeiras” em Portugal. 
“Por toda a parte se nota que falta dinheiro aqui e ali. Rouba-se aqui. Rouba-se acolá. Nunca ninguém é julgado. Nunca ninguém presta contas. Eu atribuo uma importância relativa à Madeira”, sustentou. 
Sobre eventuais novas “surpresas” em termos de dívida escondida, Medina Carreira disse que em Portugal “tudo é possível em matéria de dinheiro” num Estado “onde realmente não há rigor, não há seriedade, não há verdade”, sublinhou. (...)"