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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

steve jobs

26.08.11

 

 

 

 

Comprei o meu primeiro Apple por volta de 1987 e fiquei rendido. Na primeira noite fiz uma directa a descascar o inigualável sistema operativo e nunca mais mudei. Mais tarde, em 1991, conheci a base de dados Filemaker, da família do sistema operativo, e integrei-a como um pilar profissional. Devo à visão de Steve Jobs estes quase 25 anos de satisfação com as tecnologias de informação e espero prolongar. Desejo-lhe uma vida longa e cheia.

 

Encontrei algumas citações interessantes:


“Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa… Ir para a cama à noite a pensar ‘hoje fizemos algo maravilhoso’… Isso é que é importante para mim.”

“Sê a bitola da qualidade. Algumas pessoas não estão habituadas a um ambiente em que a excelência é expectável.”


“Porquê alistarmo-nos na marinha se podemos ser piratas?” 

“É a inovação que distingue um líder de um seguidor.”

“Quase tudo – as expectativas dos outros, todo o orgulho, todo o receio de nos envergonharmos ou o medo de falhar – desaparece perante a morte, deixando-nos apenas com aquilo que verdadeiramente importa. Lembrarmo-nos de que vamos morrer é a melhor maneira de evitarmos pensar que temos alguma coisa a perder. Se estamos completamente nus, não há razão nenhuma para não seguirmos o nosso coração.”

“O teu tempo é limitado, por isso não o gastes a viver a vida de outra pessoa. Não caias na armadilha do dogma, que é viver de acordo com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixes que o barulho criado pela opinião dos outros silencie a tua voz interior. E, acima de tudo, tem a coragem de seguir o teu coração, a tua intuição. Por uma razão qualquer, eles já sabem o que tu queres ser. Tudo o resto é secundário.”

“Na altura não pensei assim, mas ser despedido da Apple foi a melhor coisa que me podia ter acontecido. O peso do sucesso deu lugar à leveza de estar a começar outra vez, com menos certezas sobre as coisas. Libertou-me para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida.”