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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

repetição

27.07.11

 

 

Ao ler este post do Paulo Guinote, lembrei-me das impressões sombrias que escrevi noutro dia: "(...) A actual maioria governou o país de 2002 a 2005, com dois governos. Se olharmos para o primeiro, o que durou mais tempo, lembramo-nos de um mau governo na área da Educaçãp. A equipa que governou esse sector era composta por David Justino e por dois desastrados secretários de estado. Um dos pontos críticos que mais se evidenciou, foi a dificuldade do CDS em nomear quadros para os diversos patamares do ministério da Educação. As suas quotas eram preenchidas por figuras inclassificáveis e se a quantidade nem sempre é parceira da qualidade, nesse caso a flagrância originou uma secretária de estado que se tornou risível; literal. Parece que o chefe desse gabinete será nomeado, desta vez, secretário de estado."

 

Um dos actuais deputados do CDS diz as seguintes enormidades a propósito da votação da suspensão da avaliação de professores no parlamento: 

 

"(...)Na legislatura anterior, PSD e CDS-PP defenderam o fim do modelo de avaliação instituído pelo Governo PS, mas nesta altura “é avisado deixar este ciclo terminar”, disse à Agência Lusa o deputado (...) do CDS-PP. Estamos numa posição diferente do início do segundo semestre. O processo de avaliação está no fim e o Governo já indicou que vai apresentar uma proposta de novo sistema de avaliação em Setembro”, argumentou. (...)referiu que muitos professores “fizeram esforço e tiveram trabalho para ter boas classificações e seria injusto para eles. O deputado indicou ainda que as progressões na carreira estão congeladas até 2013, uma provisão do programa da “troika” internacional, e que até lá se poderão avaliar “os efeitos deste ciclo avaliativo” e estudar um novo modelo.(...)"

do bairro II - senhor brecht

27.07.11

 

 

"Esse animal tinha a anatomia de um burro, na parte da frente, e a anatomia de um cavalo, na parte de trás. Como estavam convencidos de que as duas partes de trás (de cavalo) eram bem mais rápidas que as patas da frente (do burro), cada gémeo queria montar a parte de trás do animal, deixando a parte da frente para o irmão. Cada um deles estava convencido de que, em viagem, chegaria primeiro o que estivesse montado sobre as patas mais rápidas." 


Gonçalo M. Tavares