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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

não faças aos outros

16.07.11

 

Vejo indignação pelo facto de Obama ter dito que o seu país não é a Grécia nem Portugal. Na primeira ida de Pedro Passos Coelho a Bruxelas, a mensagem portuguesa foi clara: não somos a Grécia. Não gostei; menos ainda do aplauso nacional. E depois já se sabe: quem abre hostilidades não pode esperar amabilidades em troca; menos ainda na diplomacia internacional.

 

Preocupa-me cada vez mais a situação norte-americana e sua guerra interna. Dá ideia que poderemos ter um default ocidental a curto prazo; seria uma tragédia, sem dúvida.

 

Obama avisa que tempo para acordo está "a esgotar-se

"(...)O plano apresentado pelos republicanos em Maio prevê uma semiprivatização do Medicare, o sistema de saúde subsidiado pelo Governo, mas Obama defendeu ontem que é possível fazer "modificações modestas" nos programas sociais e poupar "biliões de dólares", sem necessidade de reestruturá-los. "Não precisamos de fazer nada de radical para resolver este problema. Ao contrário do que algumas pessoas dizem, não somos a Grécia, não somos Portugal".(...)"

com os professores

16.07.11

 

 

Desde ontem que Nuno Crato se tem desdobrado em declarações. Foram abordados vários assuntos. Gostei de saber que se está a preparar um novo modelo de avaliação de professores. Não sei o que aí vem, mas já é um passo assumir-se o fim do que existe.

 

Gostei especialmente das seguintes declarações, com as quais estou de acordo:

 

"(...)“Neste momento, temos três documentos orientadores do currículo, que são as chamadas competências essenciais, contra a qual eu tenho bramado e continuo a bramar. (...)é um documento inútil, mal organizado, palavroso e repleto de orientações pedagógicas que são caducas e que não compete ao Estado ditar”. 

Entende Crato que “compete aos professores chegarem aos objectivos gerais que sejam traçados pelo País, pelo Estado, pelo Ministério da Educação em colaboração com as escolas, pela equipa do Ministério da Educação.(...) O País não deve dizer aos professores como é que os professores devem assinar”, considerando que “os professores têm objectivos onde chegar e devem ter grande liberdade para chegar a esses objectivos.(...)Nós precisamos dos professores. Nós não podemos fazer mudanças contra os professores. Está completamente nos antípodas do pensamento deste ministério. Nós temos que fazer mudanças com os professores”, pormenorizou.(...)"