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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

sobreaquecido

03.07.11

 

 

Santana Castilho esteve hoje na SICN e, ao que me disse um amigo meu que viu a entrevista, mostrou a sua indignação com o programa do governo para a Educação. Afirmou que lhe foi solicitado um contributo que não foi respeitado. Também se referiu do mesmo modo à não suspensão da avaliação de professores, assunto que coordenou na altura em que foi apresentado na Assembleia da República. Espero que alguém publique um vídeo com a entrevista.

alguma sensatez

03.07.11

 

 

São tantos os problemas no sistema escolar que as decisões inteligíveis assumem-se como um imperativo. Por vezes, basta um sinal que indique sensatez para que as soluções apareçam até de forma inesperada.

 

Ministro suspende fecho de escolas do primeiro ciclo

 

"O ministro da Educação decidiu suspender o encerramento de 654 escolas do primeiro ciclo do ensino básico com menos de 21 alunos previsto para este mês. O ministério tutelado por Nuno Crato pretende reavaliar o este processo, iniciado pelo anterior Governo no âmbito do plano de reorganização da rede escolar.(...)"

depurar

03.07.11

 

 

À medida que a vida me acrescenta tempo, a subtracção merece-me uma crescente admiração. Para não ser mal-interpretado, concretizo naqueles domínios que oxigenam os procedimentos exigidos para existirmos pessoal e profissionalmente.

 

Tenho o blogue porque gosto de escrever e para ser livre na edição. Este registo, mais veloz, dos últimos anos tem uma condicionante que me é contrária: falta de tempo para depurar os textos. Nem estou a pensar só nos erros e nas gralhas. Cada vez que regresso a um texto subtraio palavras atrás de palavras e remeto-me para o desejo de um tempo dedicado apenas ao essencial.

coisas diferentes - suspender o que existe e criar um novo modelo

03.07.11

 

 

Para o governo, o actual modelo de avaliação de professores não serve e deve ser substituído. Estamos de acordo.

 

Há quem diga que não deve haver pressa na aprovação do modelo seguinte, que é preciso estudar, testar e que ainda por cima não existem questões financeiras em jogo. Estamos de acordo.

 

Mas há uma questão urgente em relação ao que existe. Se é injusto, se dilacera as relações profissionais e se é um monstro burocrático, não pode ter efeitos em concursos nem nas futuras progressões na carreira. Isso tem de ser dito imediatamente. É pouco avisado insinuar-se que os professores estão com pressa. Andam há mais de três anos mergulhados nessa turbulência. Não deve passar pela cabeça de uma pessoa sensata querer levar o desmiolo até ao fim (atribuir pontuações e quotas, por exemplo) sabendo-se da injustiça que os procedimentos acarretam.