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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

simplesmente perguntar

01.07.11

 

 

Mas tinha de existir uma avaliação, é uma afirmação que me faz sorrirO que existiu até 2007 era o que se tinha conseguido numa área em que não há receitas fáceis, como se comprova à saciedade e no mundo todo. O que se tentou impor caiu pelas inúmeras razões que se conhecem. Se não se quer identificar alternativas, então que se volte ao sítio onde se estava e que se estude. Nesta altura, não existem aumentos salariais nem progressões na carreira. É um bom tempo para estudar bem um modelo e  para o testar.

 

E devem ser feitas muitas perguntas; todas as perguntas, aliás; "(...) Aqueles que perguntam são sempre os mais perigosos. Não é perigoso responder. Uma simples pergunta pode ser mais explosiva do que mil respostas.(...)". 

 

Há um ponto de partida, como bem diz aqui o blogger Mário Carneiro: "(...) Neste sentido, as quatro dimensões do actual modelo devem ser reduzidas a uma, aquela que é nuclear e fundamental: «Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem».(...)"

ficamos à espera

01.07.11

 

Em relação ao modelo de avaliação de professores, há algumas evidências: a coisa não tem pés nem cabeça, tem de ser suspensa e os efeitos têm de ser nulos para concursos e progressões na carreira. Não adianta retardar a decisão por causa dos que competem na categoria de-mais-quilometragem-nos-portafolhas.

 

Nuno Crato ainda quer “implodir” o seu ministério 

"(...)A provocação foi lançada pela deputada bloquista Rita Calvário que disse folgar ver Nuno Crato no ministério que há quatro meses disse que deveria ser implodido. O novo ministro não desdisse o que dissera em Fevereiro à Agência Ecclesia, mas já não foi tão explosivo nas palavras.

“O Ministério [da Educação] é uma máquina gigantesca que se acha dona da Educação em Portugal. Eu quero acabar com isso”, afirmou o ministro,(...)A diferença de linguagem foi visível na intervenção do ministro da Educação e Ciência que repetiu a promessa de apresentar uma “reforma” do sistema de avaliação de professores para “acabar de uma vez por todas” com um problema que tem lançado “instabilidade” nas escolas.(...)"

editorial

01.07.11

 

 

 

 

(A intemporalidade das reedições;

1ª edição em 1 de Setembro de 2010).

 

Por mail ou de um modo mais real, alguns leitores da blogosfera docente sugerem uma clarificação ideológica e até de política partidária. Ou seja, gostavam que os bloggers afirmassem ao que vêm nesse domínio; um registo de interesses.

 

Tenho ideia que nesta altura já se conhece o que cada um pensa. No que ao correntes diz respeito, as coisas parecem-me claras. A exemplo dos restantes, por aqui coloca-se mesmo em primeiro lugar a defesa da liberdade e da democracia. Há um registo independente no sentido literal do termo: a fuga às dependências. Não há militância partidária nem nunca houve. Mas não se associa a independência à não militância. Há muito não militante dependente e por aí fora.

 

Nunca votei nos partidos da direita e estou convencido que não o farei.

 

Não há uma relação transcendente com o poder e muito menos um sentimento maniqueísta com o exercício de cargos: não se considera mais ético o não exercício. Desempenhei cargos e nem sei se o voltarei a fazer. A primeira condição é o convencimento da minha utilidade e a sentença da minha vontade.