Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

regresso

24.06.11

 

 

Quase 20 anos depois, o bom aluno regressou aos conselhos europeus. O primeiro-ministro português prometeu ainda mais do que o solicitado e declarou como doença contagiosa a mania grega de "não pagamos" e de desobediência. Não gosto de ver um português a fazer este papel tão obediente. Aguardemos.

 

Como há muito se suspeitava, os bancos alemães e franceses estão muito expostos à dívida grega. Era bom que se explicassem devidamente, porque colocar as economias do sul endividadas para garantir o escoamento da indústria não é assunto que admita o assobio lateral.

da subtracção (operação tão digna como as outras)

24.06.11

 

 

O universo organizativo do sistema escolar em Portugal está longe de obedecer a parâmetros de tratamento da informação adequados à sociedade da informação e do conhecimento em que vivemos.

Grande parte da informação obtida não é relevante para o processo de tomada de decisões, nem contribui para que os professores, principais fornecedores de informação, concentrem a sua energia na preparação e na realização das actividades lectivas.

Exige-se às organizações do sistema escolar uma reflexão que altere o paradigma vigente: os sistemas de informação necessitam de uma grande depuração com um objectivo de sentido contrário ao habitual: retirar os campos de obtenção de informação que se conclua não estarem destinados a fornecer dados de suporte a tomadas de decisão nucleares para o edifício organizativo.

da blogosfera - outrÒÓlhar

24.06.11

 

Querem ver que mora um “eduquês” em cada um de nós?…

 

David Justino fez muitos disparates no seu exercício ministerial e depois prolongou-os na cooperação estratégica entre a presidência de Cavaco Silva e o governo de José Sócrates. Leia o parágrafo que o Miguel Pinto citou e diga lá se não há um grande confusão no discurso sobre Educação.

 

“Um bom professor, tal como uma boa escola, é aquele que consegue contrariar o determinismo sociológico do estatuto socioeconómico familiar pela qualidade do seu ensino, pela forma como potencia as aprendizagens, pelas expectativas que consegue criar e pelas capacidades que consegue desenvolver nos alunos. Por isso dá tanto trabalho ser professor!” David Justino, Difícil é Educá-los, p. 92


 

 

tenho muitas dúvidas

24.06.11

 

 

 

 

Há quem defenda que as escolas do futuro serão desenhadas na lógica learning street, em que as salas de aula deixarão de ter paredes. O espaço aberto será preenchido por diversas interacções e os alunos estarão permanentemente ligados à rede através das tecnologias da informação. Tenho muitas dúvidas. Será qualquer coisa do género destas future schools.

 

Future Schools