Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

naturalmente

17.06.11

 

 

 

Há informação que nos escapa e muita agência de comunicação a fazer trabalho bem pago. Há a ideia que Merkel tem uma qualquer culpa e que passa por problemas eleitorais internos. Existem dados que confirmam essas evidências. Hoje há uma notícia que dá que pensar. Será que o governo alemão tenta, desesperadamente, combater uma corrupção que tudo indica que vai afundar a Europa?

Alemanha recua e aceita envolvimento apenas voluntário dos privados no resgate da Grécia

teleponto

17.06.11

 

 

Mário Soares advoga uma grande separação de águas no PS e uma refundação política e ideológica como factor de sobrevivência; demorou demasiado tempo. Não sou militante do PS, nem de qualquer outro partido político, mas votei várias vezes nos seus candidatos e fi-lo também em 2005. Não sabia quem era José Sócrates. Tinha acabado um mergulho de 15 anos em gestão escolar e não tinha grande tempo para esse conhecimento. Confiei na história do partido. Nessa fase, e mesmo depois disso, o PS convidou-me para intervenções em algumas convenções e para reuniões com deputados e com as estruturas locais. Não me podem acusar de não ter avisado e com tempo.

 

Parece que o PS quer encetar um novo tempo. O que pretende Mário Soares, que diz que desta vez há a vantagem dos candidatos serem inteligentes, experientes e honestos, vai depender da aprendizagem da lição. Os mais sócrates, digamos assim, não podem passar a anti-sócrates num piscar de olhos. É demasiado o descrédito.

 

Talvez tudo comece com a nova chefia. Olhando a partir da Educação, podemos dizer que José Seguro ouviu os professores mas que depois se remeteu ao silêncio nos momentos mais críticos. Francisco Assis foi o próprio teleponto e chega a impressionar, tal a velocidade com que debita e articula ideias de forma precisa e sem qualquer engasgo ou redundância; ao fim de um minuto o receptor sente-se bombardeado por um palavreado que fica sem sentido. O plástico do teleponto teve o seu tempo e parece-me que as lideranças se afirmam em pessoas normais.

 

Mário Soares. "O PS tem de fazer uma grande separação de águas"

chega

17.06.11

 

 

Muitos actores do poder com voto estruturado há mais de 30 anos continuam no jogo alternativo: a culpa da bancarrota é mais externa ou interna de acordo com a pequena latitude do voto.

 

Sabemos que a culpa tem atributos comuns: despautério, ganância, corrupção, insensibilidade à dor e por aí fora. Se o seu combate externo não depende só de nós, o interno não tem mais desculpas. Não basta aos governantes a aura de sérios, como se tem visto na pasta das finanças, é preciso combater mesmo os amendoins. O exemplo faz toda a diferença.