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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

ridículo

13.06.11

 

 

Este período negativo da nossa democracia tem revelado diversos tiques que nos recordam os regimes totalitários. Muitos bloggers têm passado por situações inclassificáveis. O Paulo Guinote está a passar por uma coisa semelhante. Já escreveu alguns posts sobre o assunto e o link que escolhi resume a polémica. Por ser matéria tão ridícula, limito-me a significar a solidariedade que o Paulo merece e que sabe que pode contar.

da verdade e do tempo

13.06.11

 

 

 

 

Há dois tipos de comportamentos que raramente nos enganam: o do activista intolerante que apregoa o sacrifício dos outros e que na primeira oportunidade de poder se transforma na mais déspota das criaturas e o do sacrificado pela nação ou instituição que propaga aos sete ventos o seu amor à causa acima de quaisquer circunstâncias.

 

Como o primeiro tipo está escancarado, talvez seja oportuno reavivar a memória para o segundo. Quando os países ou as instituições vivem momentos de separação de águas, exige-se alguma coragem e firmeza; há sempre riscos. É nesses momentos que surgem muitas criaturas do tipo dois: passam a mensagem de que estão a colocar o interesse geral acima do seu, tentando relegar a acção mais vertical para um registo de desinteresse pelo colectivo. O problema é sempre a ingratidão do tempo que desvenda o que realmente os moveu: a vidinha e o exacerbado interesse individual.

da blogosfera - a educação do meu umbigo

13.06.11

 

 

 

 

Conversa de especialistas.

 

O post do Paulo Guinote anda à volta da notícia de primeira página do Público: "Escolas arriscam a transformar-se em centros de treino para testes". Há tempos escrevi assim sobre este assunto:

 

"A patologia da medição está a arrasar a cultura humanista associada ao ensino. Há várias explicações para o fenómeno. Podemos evidenciar umas quantas: os decisores macro estão viciados em indicadores quantitativos, perderam a noção de ser humano e alimentam-se de dados que não se comovem com a qualidade das relações; a promoção da desconfiança entre as pessoas é arma principal do inferno da medição.(...)"