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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dos andares

09.06.11

 

 

Dizia-me um professor militante socialista: este modelo de avaliação é ainda pior do que o anterior. De repente, nem percebi. Com o desenvolvimento da conversa explicou-me que o grau de inferioridade que estabeleceu equacionou dois demiolos: o do tempo de Lurdes Rodrigues e o do consolado de Isabel Alçada.

 

Pasmei, abanei a cabeça na horizontal, respirei fundo e fui pela metáfora. Meu caro: quando um edifício não tem alicerces de pouco adianta passar de 10 para 7 andares. Foi apenas isso que se fez.

 

Este diálogo remete-me para as eleições internas do PS. Não bastará reduzir para 5 o número de andares. É necessário implodir o edificado, porque as construções com risco certo de derrocada não devem incluir pessoas.

desplante total

09.06.11

 

 

 

 

 

Imagine uma situação de desespero eleitoral e em que o nefasto poder político o colocava num lugar de chefia de uma instituição do estado e que com isso destituía os órgãos eleitos, seus pares profissionais (salvo seja, claro). Sei que é um exercício difícil de considerar, mas como são explicações da nossa bancarrota devem ser equacionadas.

 

Imagine também que o desempenho corria, naturalmente, da pior das maneiras e que respeitando o famoso Princípio de Peter ("Num sistema hierárquico, todo o funcionário tende a ser promovido até ao seu nível de incompetência") se batia por um lugar cimeiro no aumento da sua escala de actuação, arrastando com essa decisão a depauperada instituição e a vizinha mais distraída. Diga lá se consegue imaginar-se numa situação de tão desmesurado desplante e egoísmo?