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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

osso

30.05.11

 

 

Não gosto de fazer posts sobre a violência nas escolas, mas não me passam ao lado os acontecimentos dos últimos dias. Há muito que se sabe que a ambição escolar da uma sociedade é decisiva para o sucesso escolar e que esse valor insuperável necessita de boas condições de vida; é assim e ponto final. Só depois, e numa fatia muito menor, é que entram as instalações escolares e o papel dos professores. É evidente que, por vezes e num ou noutro caso, um professor pode fazer a diferença.

 

Quando vemos manchetes de jornais com jovens presos ou com números da pobreza chocantes (2 em cada 5 crianças), mais se acentua o desprezo pelos pato-bravistas da parque escolar ou pelos trágicos perseguidores dos professores. Isto não é demagogia nem radicalismo esquerdista. É a dor de quem sente no osso o pulsar do quotidiano escolar.

ao que Portugal se arrisca

30.05.11

 

 

 

Imaginemos que as eleições de 5 de Junho davam como resultado uma espécie de Berlusconização lusitana, quiçá menos endinheirada mas ainda mais pato-bravista-no-geral. Se a nossa tradição cultural fosse parecida com a italiana, talvez viéssemos a viver momentos tão impressionantes como o que relata Joaquim Vieira no facebook.

"Momento único a lembrar Visconti: numa récita do "Nabucco" de Verdi em Roma, antes do bis do "Va pensiero" exigido pela audiência, Riccardo Muti fala ao público e compara a pátria em perigo, cantada no coro, aos cortes que faz na cultura italiana o governo de Berlusconi (não mencionado pelo maestro mas implícito). Pede então algo inédito: que os espectadores cantem também. No palco os cantores terminam em lágrimas."

 



dos gregos

30.05.11

 

 

 


 

Se já Aristóteles (século IV ac) tinha concluído que os seres humanos são “insociavelmente sociais e por isso inventaram a politica e o direito para se governarem”, resta aos gregos somarem a economia e continuarem a fazer pela vida sem esquecerem o que foi dito em pleno Janeiro de 2010: "o primeiro-ministro grego afirmou ontem no parlamento europeu que os grandes poderes financeiros do seu pais não hesitam em "comprar" os políticos e os juízes da nação grega."

 

Grécia: o país em stand-by que está a abalar a Europa