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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

a interrogação

29.05.11

 

 

Este conteúdo do Público é pago, mas foi publicado hoje na edição impressa. E a formulação interrogativa de Armando Pires é simples: por que é que a corrupção passou ao lado da ajuda externa, nem uma palavra sequer, sabendo-se que Portugal é um dos piores entre os países desenvolvidos?

 

Diria mais: em toda a campanha eleitoral em curso tenho ideia que quase que aconteceu o mesmo. Há especialistas que dizem, belisquem-se, que Portugal tem uma administração tão lenta e pesada que a corrupção favorece a circulação de capitais. Não sei se são os mesmos que defendiam, antes da hecatombe, a desregulação dos mercados. Se não são, parece. Deu no que deu.

aí estão

29.05.11

 

 

Há tempos escrevi assim:

 

"Os spin´s deste PS devem ficar cientes que esta decisão do tribunal constitucional é o pior que lhes podia acontecer em termos de votozinhos. Escusam de tentar atenuar os efeitos. Quem está nas escolas sabe bem como a atmosfera relacional melhorou muito com a suspensão do desmiolo. O regresso, mesmo que temporário, dos procedimentos de quase fascismo por via administrativa voltará a dilacerar o ambiente e terá um novo pico por altura das eleições. 

 

Escusam também de apontar o dedo à oposição. Daqui a umas semanas só prevalecerá, em termos maioritários, claro, um sentimento: derrotar de vez quem inventou esta loucura.

 

E podia acrescentar raciocínios de spin´s de outras cores, dos especialistas em lume brando, por exemplo. Mas fico-me por aqui, porque ninguém lê posts grandes e já confessei o meu primeiro objectivo eleitoral."

 

Numa altura em que o desmiolo da avaliação de professores dá sinais que voltam a dilacerar as relações, é bom que as pessoas não se esqueçam de quem foram os mentores obstinados da coisa. É que a farsa acaba no momento das pontuações e da aplicação das quotas.