Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

sondagens e professores

16.05.11

 

Já se sabe da dificuldade de quem faz sondagens. A intercampus está a navegar por caminhos "novos" na selecção da amostra e faz estudos para o Público e para a TVI. Um facto interessante: a intenção de alterarem o programa do PSD para a Educação não deve ter resultado em prejuízo eleitoral, uma vez que o partido laranja volta hoje a liderar as referidas sondagens. Os estudos na semana em que o facto decorreu apresentavam o PS pela primeira vez na frente.

PSD recupera liderança mas não desfaz empate técnico  

"(...)Depois de na passada sexta-feira ter sido ultrapassado pelo PS, que conseguira uma vantagem de 2,9% sobre o PSD (36,8%, contra 33,9%), os sociais-democratas somam agora 36,1% contra 35,4% dos socialistas.(...)"

jerónimo versus sócrates

16.05.11

 

 

Cheguei quando o chefe do governo falava de construção civil na Educação, com a parque escolar metida no argumentário. Sou franco: ouvir José Sócrates é um exercício difícil, tal o descolamento entre a realidade e o seu discurso.

 

Quanto ao resto, não registei qualquer novidade. Estamos perto da bancarrota e só o ainda primeiro-ministro continua a divulgar testamentos cor-de-rosa. Jerónimo de Sousa continua fiel à linha do PCP.

entendimentos?

16.05.11

 

 

A notícia que pode ler a seguir lembra-me os nefastos entendimentos e acordos entre este PS e os sindicatos de professores. Há alguém a querer dar uma mão a este PS? Bem sei que a exigência da mudança do acordo com a tal de troika pode fazer a diferença e clarificar posições.

 

Jerónimo admite coligação com PS se Governo mudar acordo com "troika"

o que já se suspeitava

16.05.11

 

 

 

 

 

 

Há muita coisa por explicar na cadeia alimentar bancária. É bom que se saiba quem são os accionistas do banco central europeu e, por sua vez, quem são as entidades que detêm poder nos bancos dos diversos países europeus. Fico com a impressão que a direita que manda na Europa, deixará o velho continente num estado semelhante aos EUA no fim de G. W. Bush.

 

Olli Rehn considera empréstimo a Portugal "necessário" para a retoma alemã

lados

16.05.11

 

 

 

Quem está atento à campanha eleitoral na área das políticas da Educação, percebeu que, para além dos caminhos sugeridos pelo arco da governação ou pelos partidos da esquerda, há um debate interno no PSD que se pode resumir assim: um grupo que desenha a continuidade das más políticas do PS e que podemos classificar de neoliberal ou de testa de ferro da privatização de lucros e um outro que construiu o seu discurso na contestação às políticas dos últimos anos e que se diz defensor de um clima de confiança nos professores e de recuperação do poder democrática da escola.

 

Digamos que o primeiro grupo assenta que nem uma luva ao arco governativo que nos conduziu à bancarrota e que o segundo se apresenta de forma algo surpreendente de fora desse registo, com um discurso sem laivos de má burocracia ou de eduquês e sensível ao que os investigadores mais atentos têm diagnosticado: a escola precisa, em nome da igualdade de oportunidades no acesso ao saber, de se desamarrar de um incomportável caderno de encargos e de se libertar para o ensino.

 

É o que estes actores (os que escreveram e os mencionados) estão a disputar na área do PSD: uns no primeiro grupo e outro no segundo.