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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

coelho versus jerónimo

10.05.11

 

 

Cordialidade e boa educação foi a nota dominante.

 

Disse-me hoje uma colega um bocado desanimada com o nosso estado político-partidário: Em Portugal há excelentes pessoas, mas temos maus governantes; é estranho.


Convenço-me cada vez mais que a minha colega tem razão. Parece que ainda não será desta que vamos mudar de opinião. Pelo menos, e na nossa vizinha Espanha, Zapatero foi claro: não vou a eleições. Parece que com bons resultados. O ainda chefe do PS devia ter tido maturidade para fazer parecido. Deixa um único aspecto menos mau: depois do seu exercício, olhamos para estas eleições, e para os outros quatro candidatos, e pensamos: por que não?

 

Ainda acabamos sem governo como os belgas ou a reestruturar a dívida como os gregos, a exemplo dos contendores em debate.

da blogosfera - outrÒÓlhar

10.05.11

 

Não confudamos a estrada da Beira com a beira da estrada.

 

Concordo com o Miguel Pinto. Deve ler o post todo. Há uma passagem que deve ser escrita vezes sem conta e que terá de ser encarada em qualquer momento de uma sociedade e mais ainda nos tempos de crise que pedem cooperação e mobilização: "(...)Descentralizar competências para a escola não significa centralizar as competências no director. Não encontro qualquer incongruência entre o desejo do reforço da autonomia das escolas com o desejo de ver essa autonomia ser conduzida por um órgão colegial.(...)"

 

da blogosfera - a educação do meu umbigo

10.05.11

 

As coisas não são apenas a preto e branco.

 

Concordo com o Paulo Guinote: era o que mais faltava que os bloggers que tanto combateram as políticas educativas deste PS fossem acusados de estar a favorecer o chefe do governo de gestão quando fazem justas críticas de mais do mesmo, ou de outra coisa qualquer, ao programa do PSD. É espantosa a nossa falta de maturidade democrática e de sentido de autonomia.

escolhas

10.05.11

 

 

 

A luta dos professores vai longa e continua intensa. Estes dois adjectivos associados têm fornecido a muitos professores um conhecimento acentuado de quem se movimenta nas políticas educativas.

 

As legislativas 2011 não fogem da atenção da maioria dos blogues e no domingo notou-se o desencanto com o programa do PSD por parte dos que se assumem de direita. É natural. Tinham expectativas com a vontade de busca da democraticidade perdida por parte de alguém que escreveu o programa do PSD e que tem Passos Coelho a prefaciar e a apresentar um livro seu.

 

Tenho ideia que, e ao contrário do PS, o partido gémeo da bancarrota teve um ligeiro debate interno.

 

Observo com interesse o que vai acontecer ao país e à Educação e não me considero adivinho por acreditar que alguém do bloco central vai continuar a desgovernar, mesmo que sem o meu voto. E sou franco: desgosta-me que a Educação continue entregue a estas políticas.

 

Dito isto, posso afirmar com alguma segurança: quem venceu dentro do PSD afirmará na Educação o que têm de pior as nossas desgraçadas parcerias público-privado, não confia nos professores e tem o cérebro inundado do neoliberalismo que nos desgraçouÉ assim e ponto final. Bem pode o presidente do PSD dizer o contrário, que o que está escrito no programa não deixa margem para dúvidas; e o que não está também.