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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

do estado de sítio

09.05.11

 

 

 

Este PS deixou a Educação em estado de sítio. Nunca os diplomas legais atingiram um regime tão de farsa como agora. A avaliação de professores é um caso elucidativo. A coisa já era o fingimento que se conhecia por inexequibilidade e para permitir umas lufadas de oxigénio. Depois dos últimos acontecimentos, a suspensão do desmiolo foi adiada. Era bom sabermos o modo como a coisa recomeçou para termos ainda mais dados para decretarmos o estado de sítio.

que se repita o óbvio

09.05.11

 

 

Outra dimensão que tem que ser considerada é a que inscreve a necessidade dos sistemas de informação das organizações escolares serem desenvolvidos por “(...)pessoas da gestão da informação e não pelas pessoas da área das tecnologias da informação e da comunicação.(...)”. 

 

A questão referida engloba uma componente muito crítica desses sistemas de informação que se prende com a inexistência de pessoas bem preparadas e sensíveis para a necessidade fulcral de pensar o tratamento da informação, considerando não só os dados armazenados pela tecnologia, mas também os sinais fortes e fracos do universo organizacional.

 

Muitos especialistas consideram que está tudo por fazer ao nível das mais diversas organizações. Podemos afirmar, com muita segurança, que essa lacuna salienta-se de modo peremptório nas organizações escolares, onde parece que é correcto falar-se em desconhecimento por ausência de estudo e de experimentação. Existe tecnologia que suporte a informação, mas não se criam sistemas de informação na verdadeira acepção da designação.

 

Para se conceber um sistema de informação, é fundamental perceber os problemas que se deparam a quem faz a gestão e dar resposta a um conjunto de perguntas que envolvem os procedimentos organizacionais, mas também as pessoas.

justificações para o caos anunciado

09.05.11

 

 

 

Quando o problema dos mega-agrupamentos continua na ordem do dia, aparece uma notícia que deve ser lida porque regista depoimentos de quem está no terreno. Há muitas outras formas de cortar na despesa - através de software e não apenas de hardware na gestão administrativa do sistema escolar, por exemplo - sem ser necessário amontoar escolas e provocando escalas de gestão impossíveis de humanizar. Quando a impossibilidade se institucionaliza, os culpados são os do costume. Mas mais: criam-se estes problemas de gestão e não se lê uma linha sobre o modo como organizar. Os que propõem a coisa nada sabem sobre a operacionalização do assunto. E há muito para dizer, porque não se pode aumentar a escala, e a dispersão dos edifícios, sem alterar o modelo organizacional.

 

Procuram-se superdirectores. Gerir os novos agrupamentos não é para qualquer um

sentencia o especialista

09.05.11

 

 

 

Não me lembro de um governo com uma agenda tão veneradora da direita radical (até se vangloriou com a confissão de Sarkozy quando este afirmou não conseguir fazer o mesmo, nem aproximado sequer) e que ao mesmo tempo utilizasse políticas da esquerda mais datada, iscteana e eduquesa. Pois é: como o governo vigente só o programa do PSD mais o conjunto de políticas de ML Rodrigues made in ISCTE com uns acrescentos de má burocracia do delírio valteriano.

Sócrates critica “radicalismo ideológico” à direita e “passadismo” à esquerda