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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

e se os alemães?

18.04.11

 

 

 

 

 

 

E se os alemães tiverem, no mínimo, as contas bancárias tão descontroladas como as portuguesas? E se quem os governa andar, há muito, aflito e em campanha eleitoral porque o povo se apercebeu do desvario e não está lá muito satisfeito?

 

É bom colocar todas as hipóteses em cima da mesa para que a realidade não seja vista com palas nem com preconceitos.

 

Neste exercício de imaginação, podemos acreditar que o financiamento que a UE e o FMI disponibilizarem a Portugal pode entrar e sair à velocidade da luz e com destino à depauperada banca alemã. Há fortes suspeitas de que os bancos germânicos foram, pelo menos, tão desmiolados como os habitantes do sul da europa que se afirmaram como gastadores compulsivos e viciados na privatização de lucros e na nacionalização dos prejuízos. Há quem fale de corrupção ao estilo norte-americano. Pesquise por Joseph Stiglitz, por exemplo, que o prémio nobel dá a sua versão da trama.

 

O único problema de toda esta coreografia é que o financiamento passará por solo lusitano e deixará um rasto de destruição em cima dos mesmos de sempre.

para o momento

18.04.11

 

 

 

 

 

Não há nada melhor do que regressar aos clássicos. Nos dias em que os países perecem entregues aos piores de nós, é bom relembrar coisas do género: 

 

"(...)Se o quotidiano lhe parecer pobre, não o acuse: acuse-se a si próprio de não ser bastante poeta para conseguir apropriar-se das suas riquezas.(...)".

 

 

A frase é de Rainer Maria Rilke,

em "Cartas a um jovem poeta",

contexto editora, página18.

Não é a primeira vez que a

uso num post.