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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

ei-lo

16.04.11

 

 

 

Ressuscitou para a mediatização o guru do subpraime.

 

Há tempos escrevi assim:

 

"Está mau para previsões.(...)o primeiro-ministro domina a manipulação mediática. É essa a forma de se colocar no centro da política. Tenho ideia que se entrar por cá o FMI o ainda chefe do governo será imediatamente nomeado agente do Fundo Monetário Internacional para Portugal". Afinal sobrou para António Borges, o guru do subpraime discretamente desaparecido quando emergiu a hecatombe que contou com os inestimáveis préstimos da sua Goldman Sachs. Só que este prémio tem uma dimensão europeia. Levantam-se de imediato duas questões: sentar-se-á junto a Bruxelas? Será para garantir que tudo será como dantes?

 

António Borges reentrou na agenda dos média portugueses para negar a sua especialidade ao afirmar que a especulação não tem peso nos resgates financeiros a sul. Coisas cómicas.

 

Os portugueses precisam de sair do ambiente de campanha e de se "libertarem" do chefe do PS para raciocinarem sem palas. Mesmo sem alinhar numa espécie de teoria da conspiração, é decisivo enfrentar a mistura explosiva que inclui os gurus do subpraime, os gananciosos lusitanos em tons rosa, laranja ou cinzento, os responsáveis pela hecatombe financeira de 2008, as agências de raiting, os abutres das dívidas soberanas e a corrupção ao estilo americano como denunciou Joseph Stiglitz

 

fanatismo

16.04.11

 

 

 

Estamos a assistir ao desmoronamento de um império, dizem alguns observadores da realidade dos Estados Unidos da América. É possível. O que já não me parece aceitável, é ler os fanatismos da direita que apontam o dedo a Obama. Francamente: os declínios não se podem ler no curto prazo e não haverá período mais nefasto para a história da grande nação do que o perpetrado pelos governos de G. W. Bush. Haja alguma decência histórica.