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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

figuras tristes

25.03.11

 

 

A democracia vive do contraditório e apareceram vozes a defender o modelo de avaliação revogado. São  deste PS e apresentam um argumentário com alguns pés e pouca cabeça.

 

Se nos casos de António Costa, da Câmara de Lisboa, de Jorge Lacão ou de alguns deputados se compreende a necessidade de disputar os votozinhos, já as declarações de Isabel Alçada demonstram a inconsciente incompetência (para ser brando na hora da vitória) que infernizou a vida das escolas.

 

Desculpem-me se for deselegante para pessoas que se incluem nos grupos seguintes e que nada têm a ver com o desmiolo, mas importa sublinhar um aspecto: não basta revogar os diplomas. É fundamental dispensar a tralha de eduquês, de teses iscteianas, de ideias bostonianas e de desenvolvimentos curriculares esenianos-e-psico-educativos para que o sistema escolar respire. É uma industria que move milhões, que está colada ao poder central e que é difícil de derrubar. Mas se o país está na falência, por algum lado se tem de começar. E, como se prova, não é proibido sonhar.

dois de três

25.03.11

 

 

 

 

Há muitos satélites, mas os três pilares das más políticas educativas tinham nomes bem identificados: titulares, avaliação e gestão. O primeiro caiu, o segundo espera pelo sopro legislativo e o terceiro só existe no papel e em regime de farsa. Basta mudar alguns aspectos do modelo de gestão para que a coisa se torne decente para um país que quer viver em democracia e que precisa de conjugar três verbos: construir, cooperar e mobilizar. Mas isso fica para outro dia, que hoje a festa promete.