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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

sem porta-voz

01.03.11

 

 

Ouvi alguém dizer uma coisa importante: os jovens da "geração à rasca" sentem que não têm representantes nas organizacões políticas institucionais. Concordo. Esta sensação é grave e merece reflexão.

 

O mesmo se passa com os professores. Por muito que custe às organizações que existem, os professores que estão nas escolas conhecem o desfazamento entre a realidade e o poder central. E todos devíamos saber que conhecer a realidade é bem melhor para o país do que aceitar o poder central. As organizações institucionais comportam-se como satélites desse poder centralizador. Este último, e em Portugal, só tem servido a oligarquia que teima, década após década, em não se dissolver.

flagelo

01.03.11

 

 

O desemprego tem graves repercussões. É um flagelo. Não gosto de ironizar com as desgraças, mas o antigo secretário de estado da Educação, Valter Lemos, foi nomeado para a pasta do emprego e logo prometeu uma baixa do desemprego. Repetiu a promessas várias vezes e os números contrariam-no sempre. Os menos atentos às questões da Educação, não imaginam o frenesi da propaganda quando este senhor por lá andou. Há quem diga que continua a conduzir certas matérias.

 

Desemprego com novo recorde de 11,2 por cento

 

tarjas

01.03.11

 

 

 

Em plena crise financeira, os sindicatos de professores continuam a inundar as escolas com cartazes a cores, em papel caríssimo e em triplicado. Talvez fosse boa ideia reduzir o custo individual da quotização.

 

As tarjas também regressaram. É discutível o efeito que terão nos alunos e nos encarregados de Educação as frases verdadeiras que se podem ler. Uma coisa é certa: ao ponto que isto chegou. Um miúdo vai para as aulas a pensar que o seu professor se calhar vai ser despedido.

 

 

600

01.03.11

 

 

 

A DGRHE seleccionou 24 professores para o curso de formação de formadores nesta avaliação do desempenho. Era uma informação que me escapava se um amigo não me tivesse falado no assunto. O espanto dele, e o meu, é que se candidataram mais de 600 professores. Há centenas de professores que acreditam que são capazes de formar colegas avaliadores no desmiolo que inferniza a vida das escolas.