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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

nada de novo

12.02.11

 

 

O Paulo Guinote fez um post sobre a reunião de hoje dos dirigentes escolares. Parece que triunfou a tese do costume: se nos demitimos é o dilúvio. É risível, realmente. É só pensar um bocadinho e responder à seguinte interrogação: se o tivessem feito noutras alturas a situação das escolas públicas não estava em melhor estado? É certo que sim e afirmo-o sem pestanejar.

 

Parece que votaram favoravelmente a suspensão do modelo de avaliação e dos seus efeitos. Mas o melhor é o leitor ir ler o post e os comentários. Tenho de sair para ir ver outra peça de teatro.

 

 

cerco?

12.02.11

 

 

 

A rede escolar das Caldas da Rainha descoordenou-se (e piora todos os anos com a geometria dos amontoados de escolas sem considerar as cooperativas)) com a entrada de duas escolas cooperativas, em 2005, por decisão de um grupo de pessoas onde se incluem os nomes referidos pela notícia da página 22 de expresso de hoje. A construção de uma delas no centro da cidade, em substituição de uma escola pública que tinha projecto, financiamento e adjudicação aprovados (à terceira trapalhada a empresa construtora denunciou a obra e recebeu uma avultada indemnização), foi estranha e tem uma história que tem de ser contada com todos os detalhes.

 

dois parágrafos

12.02.11

 

 

 

Recebi por email dois parágrafos de um texto, que me dizem ser do sociólogo António Barreto, sobre a avaliação de professores. Ora leia.

 

"Na impossibilidade humana de "gerir" milhares de escolas e centenas de milhares de professores, os esclarecidos especialistas construíram uma teoria "científica" e um método "objectivo" com a finalidade de medir desempenhos e apurar a qualidade dos profissionais. Daí os patéticos esquemas, gráficos e grelhas com os quais se pretende humilhar, controlar, medir, poupar recursos, ocupar os professores e tornar a vida de toda a gente num inferno.
(…)
O sistema de avaliação é a dissolução da autoridade e da hierarquia, assim como um obstáculo ao trabalho em equipa e ao diálogo entre profissionais. É um programa de desumanização da escola e da profissão docente. Este sistema burocrático é incapaz de avaliar a qualidade das pessoas e de perceber o que os professores realmente fazem. É uma cortina de fumo atrás da qual se escondem burocratas e covardes, incapazes de criticar e elogiar cara a cara um profissional. Este sistema, copiado de outros países e recriado nas alfurjas do ministério, é mais um sinal de crise da educação."

qual é o próximo comboio?

12.02.11

 

 

 

Depois de ter apoiado sem qualquer reserva as desastrosas políticas do primeiro governo do actual PS, esta confederação de associações de pais (a CONFAP) dá ideia de andar à procura do próximo comboio do poder. Está numa posição às segundas, quartas e sextas e noutra nos outros dias.

 

Confederação de pais demarca-se da luta promovida pela Plataforma da Educação

 

"A Confederação Nacional de Pais (CONFAP) esclareceu hoje que não tomou qualquer decisão relativamente à participação em marchas ou em quaisquer outras formas de luta, alegando não ser essa a sua prática em 30 anos de existência.(...)"