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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

não podemos parar

10.02.11

 

 

 

Esta tomada de posição contra a avaliação dos professores é também exemplar. Assinada por 95 dos 96 professores da escola e aprovada por unanimidade pelo Conselho Pedagógico. A onda de contestação aumenta. Há vários motivos para a divisão entre os que dizem defender o poder de uma escola democrática. Sabemos isso. Mas temos de ser capazes de lutar e encontrar alguma unidade na natural diversidade; e isso não é difícil.

 

A entrada de emails e a atmosfera blogosférica tem contornos semelhantes à dos tempos áureos. Sem qualquer chauvinismo (até porque se existem as águas mornas, também cá temos o Bordalo), os professores das Caldas da Rainha pressentiram isso.

influência chinesa

10.02.11

 

 

 

 

 

Já não é só no comércio nem na venda da dívida pública. A influência chinesa chega também ao regime político. Passamos a ser um país com vários sistemas escolares. No caso que se segue, até é uma solução positiva: continuação da área de projecto e dos pares pedagógicos em EVT.

 

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estado da nação

10.02.11

 

 

 

Já são quase em número residual os que defendem as políticas educativas dos últimos anos. É inquestionável o abalo que sofreu a escola pública e o seu poder democrático. A acesso ao saber e a ideia de promover a igualdade de oportunidades retrocederam em passo acelerado. A sociedade portuguesa ficou ainda mais indefesa e irresponsável na Educação das suas crianças.

 

Durante o já longo processo em defesa desse ideal de escola, foram poucos os encarregados de educação que arregaçaram as mangas. Um ou outro exemplo, mas apenas em nome individual. O que mais se viu nas organizações que se dizem representativas dos pais (foi inclassificável o papel de quarto secretário de estado, o representante da CONFAP), foi uma defesa fervorosa das políticas destes governos do PS. Nota-se, todavia, algum tardio arrependimento que mais se assemelha a uma tentativa de mudança na carruagem do poder.

 

O comportamento dos encarregados de educação das escolas cooperativas pode dar-nos uma ideia do estado da nação e evidenciar o contraste. O desprezo pelo bem comum e pela coisa pública é, sem dúvida, uma das causas da nossa falência. Os nossos interesses estão nos cinco primeiros lugares, dê lá por onde der. Nisso, este PS foi pragmático. Sabia onde podia atiçar a invejazinha no sentido da captação de votozinhos. O problema é que os oportunismos acabam sempre mal, como se tem vindo a observar. É grave é que arrastem a coisa pública e as contas da nação consigo.

 

 

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