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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

da rua (a imagem é virtual)

04.02.11

 

 

 

 

Não é preciso ser politólogo para intuir que a campanha para as legislativas já começou. Há matérias na Educação que estão mais sensíveis aos votozinhos. A constituição de mega-agrupamentos, coisa já comprovadamente desmiolada, é uma delas. Basta que professores, autarcas, Conselhos Gerais ou associações de encarregados de Educação esbocem um protesto para que a megalomania recue. Mas tem de ser na rua e com visibilidade mediática.

 

E neste assunto é preciso estar muito atento às lapas e aos que vendem a alma para segurar um qualquer lugarzinho que os mantenha fora das salas de aulas. Sacrificam o que for preciso em nome da sua vidinha. Há quem diga, num registo que ainda teimo em não concordar, que é esse o caderno de encargos de um político à nossa maneira. Não, não nos devemos admirar com o nosso estado de falência técnica.

vão matar-te

04.02.11

 

 

 

Conheci o Paulo Moura através de um amigo comum. Foi no século passado. Veio à nossa escola falar com alunos sobre jornalismo "arriscado". Almoçámos e conversámos muito sobre os riscos do antigo jornalismo denominado de independente. O Paulo Moura é uma pessoa que vai onde quase ninguém quer ir. Já o seguia, mas fiquei ainda mais atento. Hoje, como pode ler aqui, está no Cairo e arriscou a vida para contar a história com os seus olhos. É com gente assim que o mundo avança e não o contrário.