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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

sem remédio

22.01.11

 

 

 

A edição impressa de hoje do Público tem uma caixa, que não está online, a acompanhar esta notícia com o seguinte título: "Meio milhão de euros para directores. Ministério da Educação avaliou colégios privados".

 

"Há colégios com contratos de associação em que a direcção custa meio milhão de euros por ano ao ME, (...) estamos a pedir sobretudo que reduzam nesta parcela e nos encargos com as direcções (...)" exortou o secretário de estado da Educação.

 

Lemos esta argumentação e ficamos enjoados. Com as administrações hospitalares das tais parcerias do público com o privado foi o mesmo devaneio. Noutro dia, dizia-me indignada uma professora do ensino público: "Vê lá que os elementos da direcção de uma escola cooperativa têm todos automóvel pago pelo estado".

 

São exemplos sobre exemplos que nos acordam para o estado de falência a que chegámos.

 


mudanças

22.01.11

 

 

Recebi a imagem que acompanha este post por email (de um telemóvel), enviada por fotógrafa identificada. Tem um pequeno texto que diz mais ou menos assim:

 

"(...) Ainda há pouco tempo o marketing, para captar alunos, se desenvolvia com o "orgulho" de não se ser uma escola pública, de não haver manifestações e de se aplicar os modelos de avaliação e de gestão que os docentes da escola pública rejeitavam. Quem os viu e quem os vê. Lamento por alguns professores que conheço, mas foram colocados por amiguismo e sem concurso, passando à frente de muita gente e são pagos pelo estado.(...)"

 

Afinal, dá ideia que quando nos toca a chantagem é que elas doem mesmo. As imagens que tenho visto noutros registos demonstram a utilização de crianças em manifestações; parece-me muito mau sinal. Se fossem as escolas publicas a usarem essas práticas, o que é que se diria?

 

 

pudera

22.01.11

 

 

A Goldman Sachs regressa depois de contribuir para o estado em que estamos com a "complexidade" do subpraime. A ganância só tinha adormecido por uns tempos, já que o descaramento parece não ter limites.

 

Sugerem à europa que não aumente fundos para os Ibéricos e que é melhor que estes se financiem nos mercados, quiçá na própria Goldman Sachs.

 

Goldman Sachs defende pacote de apoio a Portugal