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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

o balão encherá (2)

21.01.11

 

 

 

Este modelo de avaliação de professores foi reprovado, mas os maus burocratas que o inventaram continuam esperançados. A inexequibilidade desta criação sem pés nem cabeça gera injustiças e arrasa o clima relacional das organizações.

 

Há professores que não desistem e estes relatores são mais um exemplo disso.

anotar

21.01.11

 

 

 

Devemos anotar as declarações de Cavaco Silva. Não sei se vai ser reeleito, mas se isso acontecer tem de ser confrontado com as afirmações da campanha. Já o vimos ufanar-se com este orçamento, dizendo que foi a sua magistratura de influência que o conseguiu.

 

Este orçamento tinha como medida principal o corte nos salários.

 

A dois dias do acto eleitoral, o candidato da direita todinha (ai se fosse um candidato que incluísse a esquerda toda; e ainda há quem levante o fantasma do frentismo de esquerda) diz que se devia taxar os altos rendimentos em vez de se cortar nos salários da classe média para baixo. Não há paciência para tanta demagogia.

 

Será que, e como já se previa, os números de Cavaco Silva começam a fraquejar?

trocas

21.01.11

 

 

 

 

Havia suspeitas e agora temos provas. O ministro dos amendoins e das finanças trocou professores por submarinos; ou seja, material coletável por prémios financeiros a sementes humanas nem sempre comestíveis. Não tarda e teremos aulas em submarinos. Encontrei a notícia, aqui, no blogue DeAr Lindo.

 

 

 

Há muito que o ministro Teixeira dos Santos controla o ME. Agora o controle é geral.

 

Teixeira dos Santos passa a controlar todos os Ministérios

desemprego de professores

21.01.11

 

 

A propósito das reuniões de professores de EVT foi produzido um vídeo com inquietantes declarações do secretário-geral da Fenprof.

 

É espantoso: quando as coisas nos começam a tocar somos imediatos a apontar o dedo ao comodismo de quem nos rodeia. Mas deixemos a história e vamos ao que interessa e ao futuro.

 

Os cortes nos horários dos professores podem provocar desemprego em massa. Ninguém se deve considerar a salvo. Os professores são todos contratados: uns a tempo determinado e outros a tempo indeterminado. É claro que despedir um professor com contrato a tempo indeterminado ainda é matéria polémica.

 

Como se tem observado, a preocupação mundial com o código laboral português pode fazer das suas e se o associarmos ao novo modelo de gestão, e ao que ainda se pode seguir, então a coisa pode ficar mais sobreaquecida. O emprego ficará reservado para os parentes, à má maneira portuguesa, e, pelo que me contam, em muitas das cooperativas de ensino e escolas TEIP o sistema está mais do que treinado.

 

E tudo isto para escrever o que é óbvio há muitos anos: o problema de um grupo de professores não é apenas seu.