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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

quem acredita? (3)

19.01.11

 

 

 

É tal o desplante para se dizer o que os spin´s aconselham, que a democracia resvala para zonas demasiado perigosas. Ouve-se o contrário num espaço de poucas horas. Navega-se ao sabor dos votozinhos. Há quem diga que pagar-se-á caro. Diria antes: já estamos a pagar e a juros elevadíssimos.

 

Cavaco com pouco “apetite” para usar “bomba atómica” da dissolução

Sócrates desmente telefonema “desesperado” a Merkel

Berlusconi acusa juízes de violarem Constituição

14, 10, 4

19.01.11

 

 

Das 14 providências cautelares que os sindicatos meteram nos tribunais contra os cortes salariais, 10 foram indeferidas pelos juízes. Restam 4. Qualquer que seja a decisão judicial, já não vão a tempo de impedir o primeiro mês de reduções.

 

Há, desde já, um dado que me parece fundamental: os cortes são provisórios e o carácter definitivo avançado pelo ministro dos amendoins e das finanças caiu por terra. Há um outro dado que é seguro: a luta vai aquecer. Aos cortes, soma-se a desgraça já conhecida e aproxima-se o desemprego em massa; a avaliação de professores promete desmiolar o que resta.

 

E como ainda por cima começa a aumentar o rol das exceções amigas dos votozinhos, a coisa só se pode complicar.

simultaneidades

19.01.11

 

 

Como notou Hart[1] (1991, p. 15), na gestão da informação das empresas de alto desempenho, os gestores parecem ser capazes de usar quadros de referência no apoio à tomada de decisão estratégica. São ao mesmo tempo mais engenhosos e incrementais, diretivos e participativos, controladores e delegadores, visionários e detalhados, no uso da informação.



[1] Hart, S. (1991) Intentionality and Autonomy in Strategy-Making Process: Modes, Archetypes and Firm Performances, Advanced in Strategic Manegement, vol. 7

sondagens presidenciais

19.01.11

 

 

Os estudos de opinião eleitoral em Portugal têm sido muito falíveis. Há uma tendência que se mantém para as presidenciais2011: Cavaco Silva é eleito à primeira volta, Manuel Alegre fica muito aquém do que se esperava e Fernando Nobre parece obter um resultado melhor do que se vaticinava.

 

O actual presidente está num frentismo de direita (que é mais aceite que o de esquerda, coisa que só a história da nossa "eterna" desgraça consegue explicar) que parece encontrar acolhimento junto da maioria dos eleitores e Manuel Alegre parece não conseguir descolar das amarras em que se envolveu.

 

Ha três figuras políticas que se devem sentir, para já, vencedoras: Cavaco Silva, José Sócrates e Mário Soares.

 

Vamos aguardar pelos próximos desenvolvimentos.