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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

versão n do agarrem-me senão

15.01.11

 

 

 

A rede de bibliotecas escolares teve uma virtude fundamental: o financiamento ajustava-se ao projecto de candidatura e o investimento era realizado directamente pela escola e não pelas DRE´s ou serviços centrais. Daí o seu sucesso inicial. Depois, e como é comum à traquitana do ME, transformou-se num amontoado de má burocracia.

 

As reduzidas aquisições de produtos que as escolas realizam na economia local são um pequeno exemplo do que deve ser a autonomia. Só que há uma ganância centralista, que tem na parque escolar e no plano tecnológico dois estudos de caso de desperdício, que quer apanhar tudo e mais uma coisa. Vai daí, estabeleceu-se uma descomunal central de compras para aquisições que vão desde os agrafes aos paus de giz. Não internem essa gente depressa, não.

 

Ao que se pode ler na blogosfera, dirigentes das escolas reuniram-se hoje em Lisboa para sublinharem o título deste post.

donde sopra?

15.01.11

 

 

 

 

Cavaco Silva tem uma característica há muito conhecida em campanha: o vale quase tudo em nome dos votozinhos. Agora é sensível à injustiça nos cortes de salários na função pública. Até dá vontade de rir, realmente.

Cavaco, candidato “do povo”, critica cortes na função pública

 

"(...)“Eu vim do povo.” E a palavra povo foi mesmo a que repetiu com mais insistência. Num dia de sondagens más, era uma resposta indirecta de Cavaco: “Todos os dias tenho ecos de que o povo está a escutar a minha mensagem.”

(...)

O Presidente criticou o facto de não terem sido pedidos sacrifícios, nas medidas de austeridade decretadas pelo Executivo. Os trabalhadores da função pública, admitiu, foram atingidos com “alguma injustiça”, quando outros não foram sacrificados."

baralhados

15.01.11

 

 

Até os semanários estão baralhados com este mundo tão às avessas. Um submarino avariado é apenas uma sina que não iliba o arco-do-poder: neutro, portanto. "Sócrates resiste, Cavaco atrapalha" com uma foto de Manuel Alegre é um bocado para o cómico: acertar a não-campanha a uma semana do dia dos votos da primeira volta.