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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

greve

22.11.10

 

 

 

 

O meu modo de ser remete-me para o risco individual e quotidiano.Tem sido assim ao longo da vida e mudarei muito pouco. Por outro lado, não sou dado a momentos de catarse colectiva. Em regra, respeito quem protesta e dou atenção aos motivos.

 

Raramente falhei uma greve, tenho escrito muito sobre a luta dos professores e a propósito da situação política que vivemos. Seria redundante estar neste momento a fazer resumos.

 

Ponderei muito bem o que vou escrever a seguir. Há uma evidência que não contesto: a situação que vivemos responsabiliza os "mercados" e o financiamento da banca falida. Aos outros restam algumas armas. Uma delas é a greve. Para começar esta fase, não me parece nada mal. Serei mais um a aderir. Em 24 de Novembro de 2010, e apesar de tudo, farei greve.

reduzir

22.11.10

 

 

 

 

 

A Fenprof defendeu junto do actual chefe do PSD a extinção das direcções regionais da Educação e fez bem. Embora estas decisões careçam de uma decisão mais ampla e estruturante, tem de se começar por algum lado. A organização administrativa portuguesa é a babilónia que se sabe e fonte de um colossal despesismo. Organismos com funções que se repetem e entidades do estado que existem em círculo é o mundo conhecido. A ausência de autonomia local na Educação é gritante e antiga.

 

A necessidade portuguesa de redução entra, finalmente, pelos olhos dentro. É pena que a "coragem" nacional se fique pelo Robin dos Bosques em versão invertida.

 

Mas um orçamento de base zero é a palavra de ordem. E não se pense que isso deve ficar ficar pela traquitana do estado. As organizações sindicais devem dar o exemplo. Limitar mandatos e custos. A parafernália de propaganda impressa a cores e em papel de luxo associada a documentação no mesmo registo, não é do tempo das novas redes, por exemplo. Não basta apontar o dedo sem dar o exemplo. Há que dar sentido aos financiamentos. Há um duro caminho a percorrer, se não queremos que a força sindical tenha os dias contados.

amontoar

22.11.10

 

 

 

 

Uma das características dos governos deste PS foi amontoar a eito na Educação. Ancorados numa maioria absoluta, abençoados por uma cooperação estratégica e beneficiando dos sorrisos da opinião publicada, os governos do actual chefe do governo deram corpo a um conjunto de políticas que misturaram uma agenda neoconservadora com salpicos de uma engenharia social muito ao jeito das ditaduras de extrema esquerda. Os resultados foram desastrosos. Ausência de sociedade na Educação das crianças e desautorização inédita dos professores.

 

A prepotência confundiu-se com a veia reformista. A forma como se agrupou escolas, ou se impôs um novo modelo de gestão, é um exemplo. O modo como se generalizou o programa de escola a tempo inteiro foi do pior populismo. As conhecidas actividades de enriquecimento curricular envergonham-nos.

 

Inglês. Irregularidades enchem as salas do 1.º ciclo

 

"APPI denuncia professores sem habilitações, alunos sem aulas ou com dois ou três professores num só ano(...)"

iniciativas

22.11.10

 

Recebido por email.

 

 

MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA
IGUALDADE E DEMOCACIA

 

O Movimento Escola Pública está solidário com a Greve Geral de 24 de Novembro.

 

Porque recusamos os cortes orçamentais na Educação, nos abonos de família e na Accção Social Escolar.

Porque não nos conformamos com o desemprego, a precariedade e os cortes salariais.

Porque queremos construir uma escola pública de qualidade, democrática e inclusiva!

 

Apelamos à participação de todos/as na Greve e nas iniciativas de protesto:

 

Concentração de professores contratados, às 14h30 em frente ao ME (Lisboa)

 

Espectáculo da Greve Geral, às 17h30 no Rossio (Lisboa)