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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

a saber

04.01.10

 

Foi daqui.

 

 

3D, Tablets e E-books poderão marcar o futuro no domínio das tecnologias. Principalmente a Tablet da Apple, supostamente a iSlate (fixe bem), deve merecer a minha atenção. A 26 de Janeiro saber-se-á, mas a coisa promete mais do que o iPhone. Ora leia.

 

Três tecnologias que vão marcar 2010

 

"A CES, uma das maiores feiras de electrónica de consumo do mundo, arranca quinta-feira, em Las Vegas. E as empresas já começaram a anunciar os produtos que vão marcar 2010.(...)"

 

uma visão muito próxima do real

04.01.10

 

Foi daqui

 

 

A edição impressa de hoje do jornal Público tem um texto cujo conteúdo é arrasador para o processo de farsa e de fingimento em que se transformou a avaliação dos professores. Leia aqui. Só há uma solução para a coisa inenarrável que aconteceu: uma dupla suspensão: do processo e dos seus resultados.

poesia de ano novo

04.01.10

 

 

 

 

 

Cortesia de Manuela Silveira.

 


Recomeça….



Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.


Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.


És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura

Onde, com lucidez, te reconheças… 

 

 

 

Miguel Torga

os professores estão muito longe de desistir

04.01.10

 

 

 

 

 

Foi daqui

 

 

 

... e recorrem à Assembleia da República, afinal o local onde o bloco central ratificou um acordo para trinta dias mas que já se esfumou.

 

 

Fenprof admite recorrer ao Parlamento já na 6.ª-feira

"Sindicatos apontam 5.ª-feira como prazo para acordo sobre carreiras e avaliação

O líder da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) admitiu ontem ao DN a possibilidade de avançar já na sexta-feira para a Assembleia da República. Isto caso não se chegue a um princípio de acordo sobre a avaliação e a carreira docente na reunião que terá lugar na véspera, no Ministério da Educação

"Se a reunião é quinta, não havendo acordo é natural que já na sexta-feira estejamos em condições de recorrer à Comissão de Educação", disse Mário Nogueira, acrescentando que uma primeira abordagem à Assembleia da República consistirá "na entrega de um dossiê com as propostas do Ministério e as contrapropostas dos sindicatos, para que os deputados compreendam o que separa as partes".

Neste momento, apesar dos pontos "onde poderá haver entendimento e outros em que deverão haver negociações posteriores", há um aspecto crucial a afastar as partes do acordo: a garantia de que os professores com avaliação de "bom" vão conseguir chegar ao topo da carreira.

E, se a ministra Isabel Alçada já avisou que nem todos terão essa garantia, os sindicatos também insistem que não há "qualquer hipótese de acordo" sem que a tutela aceite essa condição. De resto, dizem, nem valerá a pena continuar a procurar "pontos intermédios" de consenso.

"O Ministério sabe qual é o mínimo que estamos dispostos a aceitar. E na quinta-feira terá de dizer qual é o máximo que está disposto a atingir", disse Nogueira, explicando que o mínimo para os professores será a garantia de que os professores "bons" atingem o topo até "aos 36 anos de carreira", quatro anos antes da reforma.(...)"