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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

etiquetas

20.09.09

 

 

Foi daqui. 

 

 

 

Em jeito de balanço gostava de sublinhar o seguinte: sempre que escrevi sobre Santo Onofre usei as cinco etiquetas que podem ser consultadas na coluna direita do blogue: absurdo em santo onofre, ocupação de santo onofre, assalto ao ce de santo onofre, por onofre ou dias alegres; e fi-lo de modo objectivo, por vezes num registo mais distendido.

 

Nas outras entradas, só por imaginação de quem as lê é que o que escrevo pode ter qualquer relação com as pessoas ou com a vida das escolas de Santo Onofre. É que para além de tudo, tenho ideia, até suspeito disso com alguma convicção, que há mais vida para lá das fronteiras do amontoado de escolas e dos seus protagonistas ocasionais ou mais permanentes.

último adeus

20.09.09

 

Foi daqui.

 

Professores disseram em Lisboa um último "Adeus, Milu"

 

""Quer ouvir? Isto é fresquinho, fresquinho, da semana passada", convida Eva Gonçalves, professora de Português/Francês de uma escola "problemática" do Porto. Quer contar a última novidade sobre métodos para acabar, ao mesmo tempo, com o abandono e o absentismo escolares. O director da escola onde dá aulas decidiu que os professores passam a só poder marcar faltas no final da aula e, assim, mesmo os alunos que chegam cinco minutos antes do fim não levam falta. "Está resolvido o problema do abandono escolar", brinca a docente de 56 anos. "A nação pagará caro o sucesso estatístico encomendado", lê-se numa faixa negra pendurada perto de si. 
A Assembleia da República, em Lisboa, foi ontem o ponto de confluência de centenas de professores - mil, segundo a polícia, e 1500 a dois mil, segundo a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino - que antes se tinham concentrado frente ao Ministério da Educação, contra a política educativa do Governo, e ao Palácio de Belém, "contra o silêncio do Presidente da República".(...)"

 

 

 

Um último adeus apesar do chefe do governo andar a meter os pés pelas mãos sobre o assunto da composição do próximo governo. É muito spin e muito público alvo para a cabeça de um humano.

a esquerda possível

20.09.09

 

Foi daqui.

 

Alegre contra o “Estado mínimo” que conduz à “asfixia social e democrática”

 

"Manuel Alegre surgiu ontem em Coimbra ao lado de José Sócrates, a quem tantas vezes se opôs nos últimos anos, para “afirmar a unidade do PS no essencial”. “Portugal precisa de um governo de esquerda e a esquerda possível é o Governo PS”, afirmou o histórico socialista, que acabou por ficar no PS depois de meses a ponderar sobre a criação de uma nova força política.(...)"

 

Se o actual primeiro ministro é a esquerda possível, como afirmou Manuel Alegre, então não sei onde fica o espaço do sonho e da poesia. E já agora, gostava de perceber como é que a asfixia pode ser democrática; se é democrática não asfixia ninguém, que parecer-me. Espero que saibam o que estão a fazer e que daqui por um anito ou dois não fiquem todos "apeados" e a ver a tal de direita com um presidente, uma maioria e um governo.