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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

e-mail

04.09.09

 

Foi daqui.

 

 

 

O tradicional correio electrónico (mais conhecido por e-mail) mantém-se como um meio privilegiado de comunicação. Há informação que só circula desse modo. 

 

Um leitor identificado manifestou-me a sua indignação. Foi opositor ao concurso de professores cujos resultados foram conhecidos na semana passada e que pode permitir a vinculação a uma escola por um período de quatro anos. Este professor queria ficar em Santo Onofre e não conseguiu. Diz-me que tal facto deveu-se ao não lançamento de vagas na altura devida, finais do mês de Julho de 2009, por parte do estabelecimento de ensino. Esse apuramento de necessidades residuais ficará apenas disponível numa fase posterior, será dirigida aos professores que se encontram na "bolsa de recrutamento" e posicionados na lista graduada atrás deste docente. Ora isto é muito grave. Disse-me que vai protestar a quem de direito.

 

desafios

04.09.09

 

Foi daqui.

 

Louçã desafia Sócrates a dizer se mantém ministra da Educação

 

"O líder do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, desafiou hoje José Sócrates (PS) a dizer se «vai recolocar» Maria de Lurdes Rodrigues como ministra da Educação, caso ganhe as eleições legislativas de 27 de Setembro.

 

«Em nome de toda a educação e das professoras e dos professores, quero saber se ele [José Sócrates] ganha as eleições, porventura, se vai recolocar Maria de Lurdes Rodrigues como ministra da Educação», desafiou o dirigente do BE num jantar na Guarda com mais de uma centena de militantes.

Na sua intervenção, Francisco Louçã destacou o tema da educação referindo que na actual legislatura, «a guerra» que Maria de Lurdes Rodrigues e José Sócrates fizeram contra o ensino «foi brutal, porque foi contra a capacidade dos professores».

Também disse que José Sócrates «sente que é na educação que este Governo começou a ser julgado».

«Foi na educação que, pela primeira vez, se percebeu como era grave e perigosa a maioria absoluta porque era um Governo que estava disposto a fazer tudo contra toda a gente, só porque tinha maioria absoluta», disse.(...)"