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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

e ainda o encontro dos conselhos executivos

22.03.09

 

 

 

 

 

 

 

(encontrei esta imagem aqui)

 

 

 

 

Recebi por email um texto que, e segundo o que me escreveram, levou quase um hora para ser aprovado, de conclusões sobre a reunião de ontem no Teatro Aberto, em Lisboa.

 

Ora leia.

 

“Os 180 PCEs reunidos, em Lisboa, no dia 21/3/2008, aprovaram por unanimidade a seguinte resolução:
Os Presidentes dos Conselhos Executivos reunidos em Lisboa, continuam a manifestar a sua preocupação na defesa da Escola Pública.
A não suspensão do modelo em vigor, proposta em ocasiões anteriores é susceptível de inviabilizar, no espaço da actual legislatura, a construção de um sistema de avaliação de desempenho docente digno e justo.
Conforme assinalámos a seu tempo, a aplicação em curso do modelo de avaliação esgota-se num conjunto de procedimentos de natureza administrativa que não cumprem os princípios e finalidades da avaliação do desempenho dos docentes.
As objecções e as reservas anteriormente manifestadas em relação ao modelo de avaliação estão, assim, a ser confirmadas na prática.
Neste quadro de análise, a leitura da legislação no que respeita à entrega dos objectivos individuais, determina a recusa, pelos Presidentes dos Conselhos Executivos, da adopção de medidas arbitrárias que possam, de alguma forma, penalizar os docentes.
Os Presidentes dos Conselhos Executivos aqui presentes reafirmam a sua total disponibilidade para contribuir na construção de soluções de avaliação do desempenho docente sérias, credíveis e justas.
Por considerarem importante promover a uniformização de medidas – já de si ferida pela adopção diferenciada de procedimentos nos Açores e na Madeira – entendem ser indispensável divulgar e fazer subscrever junto de todas as escolas do País a posição aqui assumida.”

complacência

22.03.09

 

 

(encontrei esta imagem aqui)

 

 

A propósito da reunião de PCE´s de ontem e à volta de alguns debates em que estou a participar, tenho duas ou três ideias em jeito de resumo: não estou desiludido pelo simples facto de não me ter iludido. O resultado da reunião deu qualquer coisa como complacência no sentido de ser um acto ou desejo de agradar. A quem?

 

Pode também, o resultado, claro, ser lido como um mosaico composto por temor, calculismo, generosidade, vontade de permanência no lugar (custe o que custar) e muitas outras coisas mais. Vamos aguardar pelos desenvolvimentos.

 

A luta é longa e difícil e, de momento, tenho uma única certeza: não desistiremos e Abril deverá ser igual a si mesmo; assim o espero.