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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

barack obama

06.06.08

 

 

Leio opiniões divergentes sobre o posicionamento político de Barack Hussein Obama, nomeadamente as que o consideram, segundo os padrões europeus, mais à direita do que Hillary Clinton.

 

Não sei. O que sei é que a sua vitória nas primárias do partido democrático emociona-me. É espantoso. E não é preciso recuar muito tempo: basta pensar no que se diria de quem vaticinasse, há dois ou três anos, um desfecho destes.

 

Esta extraordinária primeira vitória de Barack Obama traz-me à memória a corajosa luta de Martin Luther King.

 

Já publiquei, por três ou quatro vezes, "posts" sobre este tema. Lembro-me do célebre, e belíssimo, vídeo "yes we can". Sempre dei conta da minha simpatia pelos dois candidatos do partido democrático e de como ficaria satisfeito se um deles conseguir a presidência. Passar-se-ia o mesmo se o escolhido tivesse sido Al Gore.

 

O que se espera é que consigam reunir forças no sentido de derrotar o candidato do partido republicano e efectivar uma verdadeira mudança.

 

Encontrei um vídeo interessante sobre o momento.

 

Ora clique.

 

 

 

 

ccc

06.06.08

 

 

 

 

 

 

 

Foi como se qualquer coisa nos tivesse caído do céu: o CCC (Centro Cultural e de Congressos da cidade de Caldas da Rainha), que viu a sua inauguração no dia da cidade, 15 de Maio de 2008, recheada de festividades, situa-se a cerca de 300 metros da nossa casa.

 

O edifício enquadra-se na paisagem, embora fique "entalado" nas edificações já existentes e nas que estão a nascer. A arquitectura de exteriores é moderna, preenchida por paredes brancas - com ângulos rectos e linhas rectas -, com um traço algo "déjà vu" - há 10 ou 15 anos faria alguma diferença e seria uma concepção inovadora e marcante - e com algumas "falhas" rectangulares onde se destaca a varanda do café-concerto. É uma infra-estrutura que ultrapassa o que seria de esperar numa cidade como as Caldas da Rainha.

 

A arquitectura de interiores é a preto e branco e austera. Os dois auditórios, o grande e o pequeno, têm excelentes condições acústicas e estão preparados para a realização dos mais variados espectáculos. Em ambos os espaços, as cadeiras não aconselham presenças muito demoradas. O café-concerto recomenda-se e a sala de exposições é pequena mas suficiente.

 

A programação serve públicos diversos e confrontar-se-á com os estruturais problemas portugueses: somos poucos, não somos lá muito dados às coisas culturais e temos pouco dinheiro.

 

Ficámos muito satisfeitos com as novidades cinematográficas: os filmes já exibidos, e os agendados, são os que o cinema King escolhe para a sua programação, o que nos poupa umas idas a Lisboa.

 

Claro que há alguns aspectos a rever e a afinar. Os horários, por exemplo, nunca são cumpridos. As portas chegam a abrir quinze minutos depois da hora marcada para o início do espectáculo.

 

Fazemos um balanço positivo e temos a esperança (somos pessoas de boa fé) que esta activa fase inicial se prolongue para os próximos tempos.