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Correntes

em busca do pensamento livre

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as intermitências da morte I

16.01.06

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Fui lendo José Saramago com um prazer crescente que atingiu o auge com o “Memorial do Convento”. Fiquei completamente fascinado com esta obra. Achei a atribuição do Nobel uma coisa mais do que obrigatória. Li, depois, o “Evangelho segundo Jesus Cristo” e o “Ensaio sobre a Cegueira. Gostei mais do segundo. Daí para cá, só passei os olhos pelo “Todos os Nomes” e pelo “Homem Duplicado”. Agora vou seguir “As Intermitências da Morte”. Darei notícias. Já reparei que começa e que acaba com a mesma frase: “no dia seguinte ninguém morreu”. Um dia sem a visita da morte. Promete.