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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

imaginemos que

14.06.13

 

 

 

Olhando para a história, e mesmo considerando o estado de protectorado, temos de considerar que mais logo se assine um qualquer acordo entre o Governo e organizações representativas dos professores.

 

Da última vez que se quebrou a espinha dorsal da defesa da escola pública, os sindicatos assinaram, em Abril de 2008, um entendimento que previa um período experimental do monstro de avaliação até Abril de 2009. Só que o monstro era de tal ordem que a força da razão empurrou sindicatos, governo, partidos políticos e opinadores mais ou menos qualificados e implodiu o desmiolo pulverizando os prazos acordados e os conteúdos inaplicáveis.

 

Vem isto a propósito do momento. Não bastam adiamentos para a mobilidade especial e para os outros devaneios. A questão remete-se ao verão de 2012 e aos cortes a eito. Se isso ficar intacto no acordo, não só a força da razão voltará a fazer das suas como os professores, e a escola pública para os que "não querem aprender", ficarão a breve prazo à mercê de outro qualquer (des)governo. Isso dá trabalho? Claro que sim. Mas governantes e sindicalistas não estão sem componente lectiva?

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