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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

quem?

12.05.13

 

 

 

 

 

Se há quem classifique como "crueldade" (e outras coisas mais, claro) a atitude de Passos Coelho em relação aos pensionistas, não se ergue uma voz (mainstream e por aí) em defesa dos funcionários públicos. A ameaça de despedimento sem qualquer subsídio pode ser maquiavélica, inconstitucional e ter fins tacticistas e negociais, mas merecia a indignação dos que acreditam que ainda estamos em democracia e que a totalidade não se rege pelo estado de excepção.

 

Este Governo não se cansa de emitir sinais que desrespeitam os funcionários públicos e a própria democracia. Passos Coelho, que andou por empresas "encostadas" ao Estado numa lógica de "benesses do aparelho", é primeiro-ministro e um dos primeiros na hierarquia do Estado. Mesmo que exerça o cargo por pouco tempo, não deve dizer que não é funcionário público. Gaspar, o tal que sublinha que não foi eleito coisíssima nenhuma, prepara-se para ser premiado como comissário europeu. São os empreendedores da tragédia e com uma soberba que só se pode fundamentar na ideologia e numa grande dose de atrevimento.

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