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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

estamos quase em 1973

19.04.13

 

 

 

 

Se Nuno Crato diz que há 105 mil professores nos quadros do ensino não superior, com a eliminação dos cerca de 12 mil lugares conhecidos hoje o sistema escolar passará a contar com 93 mil professores nos quadros (não se sabe o que acontecerá aos que permanecerem nas vagas negativas). Mesmo que mais alguns professores sejam contratados, teremos números parecidos com 1976.

 

Se considerarmos que em 2005 tínhamos cerca de 190 mil professores, em 2014 teremos cerca de metade mesmo considerando os denominados professores contratados.

 

Se alguém argumentar com a suposta descida do número de alunos internem-no ou peçam-lhe, por favor, para não usar o Excel. Recomendem-lhe a leitura deste post.

 

Republico um gráfico deste post recente sobre as previsões para o ano corrente. Acrescentei-lhe a vermelho o panorama para o próximo ano.

 

 

3 comentários

  • Sei Pedro.

    Na altura respondi assim: "(...)No Pordata temos 23.198 no privado em 2011 (cerca de 12.000 em 1989) e creio que em 2013 serão menos. Mesmo que retirássemos o valor do privado em 2011 a descida seria abrupta na mesma.(...)"

    Quantos serão em 2013? E em 2014?

    Olhe Pedro: vamos aguardar pelo relatório da IGEC, já tarda, que raio, sobre as ditas privadas.

    E pensei nisso quando fiz o post. Que sejam 15 mil. Não passará de 110 mil no total e em 2005 tínhamos 190 mil. Por isso o cerca de metade.

    Isso do que podemos ter é com base nas folhas de cálculo "maradas" do ministro das finanças? Ou é com a ideia de aumentar o abandono escolar (que deve incluir o secundário)?
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    maldosocamponio

    21.04.13

    Esta coisa do que podemos ter e do andámos a viver acima das nossas possibilidades, já me anda a dar cabo do juizo. O que será preciso para explicar que bastava passar os juros da dívida para metade e nada disto seria necessário. Pagamos 9 mil milhões por anos de juros, se renegociar-mos as taxas e pagar-mos metade alcançaremos de imediato o tal equilibrio financeiro de que tanto falam estes ignóbeis governantes. Podemos até corrigir tudo de uma vez se quiserem, mas o burro do espanhol quando já estava habituado a não comer é que morreu, talvez queiramos o mesmo para a nossa sociedade. É que estes governantes e a ideologia europeia que lhe subjaz querem.
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