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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

alternativas

14.04.13

 

 

 

 

Com a forma como nos podemos informar na actualidade, a guerra colonial não duraria três meses, foi mais ou menos isto que disse Manuel Alegre na sua entrevista à revista que acompanha o Público de Domingo. É realmente impressionante a forma como a informação e a comunicação evoluíram nas últimas décadas.

 

A mesma revista insere um crónica interessante de Vítor Belanciano que colei no post. Destaquei o lead porque é mesmo muito pertinente.

 

Se olharmos para a actualidade, do sistema escolar também, e pensarmos numa forma responsável de intervenção que seja sistemática (não efémera, portanto), que não se insira nos poderes formais que estão em queda de credibilidade e que asfixiam as liberdades de pensamento e de acção nem na fundação de organizações que acabem na mesma letargia (mesmo que atinjam um ou outro objectivo fundamental), as alternativas não são fáceis. Como o cronista refere, os movimentos das redes sociais têm sido decisivos mas cada vez se sente mais que é necessário "(...)ir para além do protesto emocional, ver as razões profundas dos problemas e procurar soluções de fundo.(...)".

 

 

 

 

 

 

 

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