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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

aproximações

04.04.13

 

 

 

Hélder Rosalino, secretário de Estado da administração pública, anuncia a base de dados que "cadastra" os funcionários públicos com o objectivo de gerir melhor as políticas remuneratórias.

 

Uma base de dados pode ser um bom instrumento de gestão, dependendo esse objectivo de quem a analisou e da cabeça que a utiliza. Este SE também afirma que deste modo se poderão aproximar as leis laborais do público às do privado. É a cassete dos últimos anos. Não há "reformista" que não desprestigie as regras da administração pública e nem a queda sem fim os demove. Já ouvi este SE, em desespero de causa, usar o último argumento: é assim que fazem as empresas, como se o empresarial fosse algum modelo único e virtuoso. Valha-nos não sei o quê.

 

Os professores têm refutado com veemência estes discursos. E por toda a Europa (para não escrever mundo ocidental), como se vai comprovando, a "escola" ultraliberal não dá tréguas. Recebi por email uma parte de um texto que me dizem ser de valter hugo mãe. Não fui comfirmar, mas está muito acertado. "(...)As escolas não podem ser transformadas em lugares de guerra. Os professores não podem ser reduzidos a burocratas e não são elásticos. (...)Os alunos não podem abdicar da maravilha nem do entusiasmo do conhecimento. (...).Um país que não se ocupa com a delicada tarefa de educar, não serve para nada. Está a suicidar-se. Odeia e odeia-se.(...)"

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